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terça-feira, 15 de agosto de 2017
Devotos e Ratos de Porão comprovam influência punk-hardcore no palco do Circo Voador
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| Ratos de Porão retornando ao palco do Circo Voador / Foto: Edu Navega |
E depois de 20 anos a banda lá do Alto do Zé do Pinho de Recife finalmente debuta na Lona do Circo Voador. Sim, Devotos (ex do Ódio) faria um show de abertura para o Ratos de Porão em uma noite arretada e agitada.
Cannibal, vocalista, líder e baixista da banda não escondia sua felicidade em nenhum momento desde a sua entrada no palco, e não só ele como seus parceiros Celo Brown, bateria, e Neilton na guitarra que concentraram todo o repertório no CD de estreia da banda que completou 20 anos este ano “Agora tá Valendo”- tocado na íntegra. E foi resumidamente um show digno de punk rock hardcore de raiz, se é que podemos assim dizer. A casa ainda ia enchendo quando os pernambucanos começaram a despejar no público, animado, diga-se de passagem, as 18 faixas eternizadas no álbum, começando ferozmente com “Formando Opiniões” e “Dia Morto” que já foram bem recebidas pelo público e a roda que se formava desde então. Aquela bateria de início de “Punk Rock Hard Core do Alto José do Pinho” incendiou a casa ainda nos primeiros segundos de execução, e essa música, fez muitos começarem a ouvir o Devotos do Ódio naquela época – como é o meu caso. A banda não deu arrego entre as canções. “Vida de Ferreiro” conseguiu ser mais rápida que a gravação! “Casa de amor e ódio” com sua letra simples e pegada forte “Eu tenho pressa” é um grito de angústia punk – com excelentes guitarras. E ainda no final ainda tivemos “Futuro Inseguro” e uma versão ultrarrápida de “Punk Rock Hard Core do Alto José do Pinho” que encerrou o show. Porém para a alegria da casa a banda volta para o Bis com “Roda Punk”, bom, não precisa dizer que o show foi encerrado da melhor maneira, não? Além de ter sido mais do que um debut e show de abertura: foi o show. Que não demore mais tempo, como 20 anos, para voltar.
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| Cannibal, vocalista do Devotos comandou rodas punk no show / Foto: Edu Navega |
O show é uma espécie de receita de bolo que vai ficando cada dia melhor – e mais duro. E mais sujo. O som é tão pesado, rápido e agressivo que até os fãs mais íntimos se surpreendem. O batera Boka coloca uma velocidade absurda na bateria fazendo com que seus parceiros de banda o acompanhe com a mesma entrega – “Plano Furado”, “Crise Geral” e as caóticas “Exercito de Zumbis” e “Máquina Militar” são exemplos disso – quem estava presente ou se protegeu do pogo eu estava nele; tomava todo o recinto. Jão está longe de fazer feio e faz de sua palhetadas um som brutal de se escutar com seu parceiro Juninho e seu baixo Rickenbacker que faz o chão tremer – a execução de “Banha” do “Carniceira Tropical – 1997” deixou isso bem claro. João Gordo por sua vez descarrega todo seu vocal gutural nas músicas, e ensaios de discursos políticos.
Com toda essa agressividade tivemos explosões sonoras como “Crianças sem Futuro”, execução da guitarra ímpar e “Beber até Morrer” e algumas que fizeram da casa um verdadeiro caos que foi o caso de “Cruficados pelo Sistema” que encerrou a primeira parte do show que ainda teria o bis destruidor com “Aids, Pop, Repressão” e “Igreja Universal”.
Nunca será demais ver o Ratos de Porão em ação. E sim, os tiozinhos sempre surpreendem. Acredite.
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| João Gordo usa a camisa da banda californiana de grindcore, Phobia / Foto: Edu Navega |
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Jornalista e repórter fotográfico, é editor do site Rock On Board, repórter colaborador no site Midiorama e apresentador do programa "ARNews" e "O Papo é Pop" nas rádios Oceânica FM (105.9) e Planet Rock. Também foi Editor-chefe do Portal Rock Press e colunista do blog "Discoteca", da editora Abril. Desde 2005 participa das coberturas de grandes festivais como Rock in Rio, Lollapalooza Brasil, Claro Q é Rock, Monsters Of Rock, Summer Break Festival, Tim Festival, Knotfest, Summer Breeze, Mita Festival entre outros. Na lista de entrevistados, nomes como Black Sabbath, Aerosmith, Queen, Faith No More, The Offspring, Linkin Park, Steve Vai, Legião Urbana e Titãs.
quarta-feira, 19 de julho de 2017
Matanza Fest 2017 no Circo Voador foi o triunfo da grosseria!
| Matanza encerrando a sexta edição do festival no Rio (Foto: Guto Jimenez) |
O Circo Voador foi mais uma vez o palco escolhido pra mais uma edição do Matanza Fest, o festival de bandas de rock com estilo mais agressivo assim como os “donos da festa”, por assim dizer. Na edição deste ano, houve um direcionamento maior ao punk rock com três bandas de abertura (Cabeça, DFC e Inocentes) mostrando algumas das nuances do gênero e deixando o ótimo público presente mais do que aquecido e preparado pra apoteose provocada pelo Matanza. Ou seja, uma bela noite recheada de grosseria e muita diversão!
No quesito diversão, o primeiro show da noite com a banda Cabeça foi insuperável. O trio formado por Fábio Kalunga, Nobru e Pedrinho subiu ao palco depois de mais de 12 anos sem tocar no local e, como sempre, deixou sorrisos nos rostos da gente que começava a chegar ao Circo. Eu já havia assistido ao retorno da banda há algumas semanas na Audio Rebel e fiquei impressionado com a evolução dos músicos: todos eles se transformaram em instrumentistas muito cascudos, fato que só aumentou o prazer de assisti-los mais uma vez ao vivo. Eles fizeram um set repleto de clássicos da banda, como “Quem não cola não sai da escola”, “Não pode ficar parado” e “Street no Flamengo é podre” – a minha favorita enquanto skatista veterano que já morou naquele bairro carioca. Talvez em homenagem ao recém-lançado vídeo de “Vara verde”, a execução da música contou com uma quase performance do Nobru que envolveu um arremesso de guitarra pro alto e do próprio guitarrista no chão. A melhor descrição pro show foi feita por uma mulher que estava atrás de mim, após eles tocarem o hino “Tutupá”: ‘isso é genial, eles dizem tudo sem falar nada’... Assim é o Cabeça - ou Açebac, pros mais chegados: total descompromisso com a seriedade desse mundinho velho onde vivemos.
A próxima banda foi o DFC, um dos nomes mais consagrados e respeitados do HC nacional. O vocalista Túlio estimava em mais de duas décadas vir tocar no local, quase que uma eternidade em se tratando de uma banda que tem uma vasta discografia como eles, mas isso não fez a menor diferença: o show foi extremamente energético, fazendo a galera pogar quase que sem parar. Uma pequena introdução instrumental foi o aperitivo pro desfile de sons velozes e rudes da banda, com as críticas ao sistema de “Pau no cu do capitalismo em posições obcenas” e “Lucro é o fim” e à desilusão das massas em “Eu quero vomitar” e “Todos eles te odeiam”. Sobraram homenagens a algumas cidades, como o Rio do pastor-prefeito em “Vai se fuder no inferno” (deixando aquela desconfortável sensação de riso amarelo) e a sua Brasília natal em “Cidade de merda”. Outros destaques da apresentação foram “Roleta russa”, “Petróleo maldito”, “Punk ou punqui”, “Respeito é bom e conserva os dentes” e “Vou chutar a sua cara”. Uma distração na parte final do show quase o encurtou em alguns minutos, mas a banda se redimiu a tempo e ainda houve tempo pra eles encerrarem com a histórica “Molecada 666”. Sem dúvida nenhuma, o vigor da banda em tocar mais de 30 músicas em cerca de 40 minutos foi totalmente recompensado pelo suor e adrenalina da turba ignara, que pulou tanto que fez o local ficar parecido com uma panela de pipoca.
Um breve intervalo e os Inocentes tomaram conta do pedaço. Num país mais justo que honrasse mais os seus grandes ídolos musicais, o nome de Clemente Tadeu estaria alçado ao panteão dos grandes ícones do rock brazuca em todos os tempos; não é exagero afirmar que ele é a voz e a alma do grupo e um dos nomes mais importantes do punk rock mundial. Seus veteranos asseclas fornecem o suporte que o mestre merece, com a guitarra incendiária de Ronaldo Passos, o baixo mais do que preciso do Anselmo e a bateria estilo Uzi do Nonô. Não tinha como dar errado! Abriram a performance com a mitológica “Miséria e fome” e tome clássicos em cima de clássicos: o hino “Garotos do subúrbio”, “Salvem El Salvador”, “Desequilíbrio” e “Medo de morrer” tocada ao velho estilo, mais sujo e menos carregado de metal. Na sequência, o líder chama ainda mais o público em “4 segundos” e em “Rotina”, com direito a marcação de palmas por parte da plateia, pra depois emendarem em “Expresso Oriente”. O primeiro cover foi “São Paulo”, do 365, a música mais conhecida do repertório daquele grupo, seguida de “Aprendi a odiar” e “Ele disse não”, a favorita do tiozinho aqui. Clemente apresentou “Restos de nada”, a primeira música que ele compôs há quase 40 anos a qual também era o nome de sua primeira banda, pra depois comandar o coro em “Não acordem a cidade”. Era hora de mais um cover, dessa vez com a ilustre e insana participação de Larry Antha cantando a inacreditável “Franzino costela”, e confesso de ter visto várias pessoas dando risadas com a saga do jovem que apanhava de ‘vara de vergalhão, vara de araçá e cabo de vassoura’. Encerrando o show, duas pérolas do repertório deles que mostram com nitidez a notória capacidade do líder em prever alguns dos fatos mais significativos da história recente do país; afinal, atualmente é quase impossível de se ouvir “Pânico em SP” sem se lembrar dos frequentes tumultos da Paulicéia, enquanto que “Pátria amada” deixa no ar a pergunta que nunca se cala: ‘de quem é o país afinal / é do povo nas ruas ou do Congresso Nacional?’. Já tem uns 35 anos desde que eu assisti aos meus primeiros shows dos Inocentes, nos extintos Templo (SP) e no Dancy Meyer (RJ), e estou certo de que jamais deixarei de sentir a mesma emoção da época de cabelos mais fartos e joelhos sadios. Como sempre, uma verdadeira aula magna de punk rock.
Encerrando a noite, os virulentos anfitriões do Matanza. O MTZ não é somente uma das bandas mais conhecidas e importantes do cenário independente nacional na atualidadde, eles já se transformaram numa verdadeira instituição com seguidores fiéis e apaixonados que lotam os seus shows por todo o país. Suas letras quase visuais que fazem odes aos losers e aos momentos desgraçados da vida, somadas à maçaroca sônica potente como uma turbina de avião, dão à sua verdadeira legião de fanáticos fãs aquilo que merecem: virulência pura e brutal. O ogro nórdico Jimmy London é saudado com o carinhoso coro de “ei Jimmy, VTNC!”, respondendo com o seu “só digo uma coisa: PQP!” e abrindo o set com a envenenada “Interceptor V-6”. A partir daí, o coro de gritos com hálito de álcool não parou mais por nem um minuto sequer, acompanhando desde clássicos como “Santa Madre Cassino”, “Bom é quando faz mal” e “Tudo errado” até canções mais recentes como “Mulher diabo”, “O que está feito, está feito” e “Matadouro 18”. Na verdade, não rola muito dessa distinção num show deles já que praticamente todas as músicas parecem viver em seus próprios universos, e tome “Tempo ruim”, “O chamado do bar”, “Five feet high”... Em “Clube dos Canalhas”, por exemplo, quase não consegui escutar o que o meu cérebro pensava, de tão potente que foi o acompanhamento dos espectadores aliado ao esporro promovido pelos caras no palco. A única folga pra já sacrificada audição foi o momento “Parabéns pra você” em homenagem ao guitarrista Maurício; fora isso, só ignorância em sua forma mais primitiva. E tome PQP com “Tempo ruim”, “Ressaca sem fim”, “Maldito hippie sujo”, “O último bar”, “Ela não me perdoou”, “Meio psicopata”, “Sabendo que posso morrer”... Uma galeria de tijoladas no quengo que só teve fim com “Ela roubou o meu caminhão”, “Estamos todos bêbados” e o bis da música de abertura, encerrando as quase duas horas do rolo compressor musical.
Um show é bom quando você sai satisfeito dele e é excepcional quando os momentos não se apagam de sua memória, mas o Matanza Fest vai muito mais longe do que isso. Você sai desnorteado, com a sede e a fome de um viking após uma longa expedição pelos mares, e ainda assim sente uma inexplicável vontade de “quero mais”, mal conseguindo conter a expectativa pela próxima vez. Resumindo: antológico!
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Jornalista e repórter fotográfico, é editor do site Rock On Board, repórter colaborador no site Midiorama e apresentador do programa "ARNews" e "O Papo é Pop" nas rádios Oceânica FM (105.9) e Planet Rock. Também foi Editor-chefe do Portal Rock Press e colunista do blog "Discoteca", da editora Abril. Desde 2005 participa das coberturas de grandes festivais como Rock in Rio, Lollapalooza Brasil, Claro Q é Rock, Monsters Of Rock, Summer Break Festival, Tim Festival, Knotfest, Summer Breeze, Mita Festival entre outros. Na lista de entrevistados, nomes como Black Sabbath, Aerosmith, Queen, Faith No More, The Offspring, Linkin Park, Steve Vai, Legião Urbana e Titãs.
quinta-feira, 13 de julho de 2017
Neste sábado, Circo Voador recebe sexta edição do Matanza Fest com Inocentes, Cabeça e D.F.C.
O evento mais pé na porta, soco na cara está de volta à Lapa: Matanza Fest. Nessa edição, a destruição fica por conta de três grupos que há muito tempo não se apresentavam por aqui como Inocentes, Cabeça e D.F.C., além, é claro, do Matanza, que está comemorando 20 anos de estrada. O guitarrista Donida, que estará com o Matanza no Circo Voador, falou ao Rock On Board sobre o Matanza Fest, que chega a sua sexta edição.
Motivação em criar o Matanza Fest
"Na verdade o festival era um sonho da banda. Tem bandas que sonham em montar um estúdio, outras sonham em crescer, ficar famosa, e a gente tinha o sonho de ter um festival. Em 2011 nós conseguimos ter condições de realizar a primeira edição, pois já tínhamos um público e uma conjuntura de coisas que nos davam esse suporte. Aí metemos bronca e levamos o projeto adiante"O festival é totalmente indenpendente!
"A gente não tem patrocínio, nem apoio, nada disso. Então fazemos tudo do nosso bolso. Metemos a cara mesmo! O Matanza Fest acontece da forma que a gente acha que deve ser. Desde o line up até a estrutura básica, de palco e camarim. Convidamos as bandas que tem a ver, que tem um som legal e que são divertidas. O objetivo é sempre fazer uma noite memorável"A escolha das bandas
"Em princípio a gente vai chamar quem é amigo nosso. Geralmente são essas bandas que a gente divide o palco durante o ano e faz amizade na estrada. Dificilmente vamos chamar alguém que não conheçamos. A não ser que sejam aquelas bandas que nós mesmos somos fãs, sabe?"
MATANZA FEST
Data: Sábado, 15 de junho de 2017
Local: Circo Voador
Endereço: Rua dos Arcos S/N – Lapa
Hora: 21h (abertura dos portões)
Bandas: Matanza, Inocentes, Cabeça e D.F.C.
Censura: 16 anos (desacompanhados). Menores dessa idade somente acompanhados dos pais ou responsáveis legais.
SETOR/VALOR (2º lote):
- Pista: R$50 (meia-entrada/promocional*) | R$100 (inteira)
*Doe um kilo de alimento na entrada da casa no dia do evento e pague meia).
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quinta-feira, 13 de abril de 2017
Blitz retorna ao palco do Circo Voador para gravação de seu novo DVD
Foto: Divulgação
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| Blitz vai mostrar seu novo disco, 'Aventuras 2', e sucessos de toda carreira |
A Blitz inaugurou o Circo Voador no Arpoador e também na Lapa. Por isso, eu posso dizer que esse show de gravação do nosso DVD será histórico. Também teremos vários convidados especiais na noite. - disse Evandro.
O novo disco, ‘Aventuras 2’, também conta com várias participações especiais, entre elas: Paralamas do Sucesso, Frejat, Arnaldo Brandão, George Israel, Sandra de Sá, Zeca Pagodinho e Andreas Kisser. A formação atual da Blitz é Evandro Mesquita (vocal, guitarra e violão), Billy Forghieri (teclados), Juba (bateria), Rogério Meanda (guitarra), Cláudia Niemeyer (baixo), Andréa Coutinho (backing vocal) e Nicole Cyrne (backing vocal). A banda também é uma das atrações do Rock in Rio 2017 e se apresenta no dia 16 de setembro, no palco Sunset.
BLITZ NO CIRCO VOADOR
Data: 15 de abril de 2017, sábado
Local: Circo Voador
Endereço: Rua dos Arcos, s/n – Lapa
Abertura da casa: 22h
Classificação etária: 18 anos
Pista 1º lote: R$80 / R$40 (meia / promocional)
Venda online AQUI
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Jornalista e repórter fotográfico, é editor do site Rock On Board, repórter colaborador no site Midiorama e apresentador do programa "ARNews" e "O Papo é Pop" nas rádios Oceânica FM (105.9) e Planet Rock. Também foi Editor-chefe do Portal Rock Press e colunista do blog "Discoteca", da editora Abril. Desde 2005 participa das coberturas de grandes festivais como Rock in Rio, Lollapalooza Brasil, Claro Q é Rock, Monsters Of Rock, Summer Break Festival, Tim Festival, Knotfest, Summer Breeze, Mita Festival entre outros. Na lista de entrevistados, nomes como Black Sabbath, Aerosmith, Queen, Faith No More, The Offspring, Linkin Park, Steve Vai, Legião Urbana e Titãs.
sábado, 18 de março de 2017
Em noite de Raul Seixas, The Baggios realiza sonho de lançar disco no Circo Voador
Foto: Divulgação ![]() |
| Neste sábado, o The Baggios vai estrear no Palco do Circo Voador |
Do menor estado do Brasil para um dos palcos mais famosos do rock nacional. Com mais de dez anos de estrada, os sergipanos do The Baggios estarão concretizando mais um sonho na carreira quando entrarem no palco do Circo Voador na noite deste sábado (18). O grupo não esconde a ansiedade de poder conhecer um dos redutos sagrados do rock nacional. "Já passamos na frente algumas vezes e ficamos ali paquerando", diz Julio Andrade, guitarrista e vocalista do Baggios, em participação no programa de rádio Arariboia Rock News. Para ele, a noite será mais especial ainda por tudo o que está envolvido. "Além de ser a nossa primeira vez, estaremos abrindo para o Camisa de Vênus tocando Raulzito. Imagina isso?", orgulha-se.
Vai ser um dia especial porque o Raul Seixas é uma grande referência para nossa música. E tocar ao lado de Marcelo Nova, que foi parceiro do Raul é uma honra. (Julio Andrade)
O The Baggios chega ao Rio de Janeiro para lançar o seu novo e elogiadíssimo disco, Brutown [leia resenha do disco AQUI]. Produzido no estúdio carioca Toca do Bandido, pelo produtor Felipe Rodarte, o álbum figurou na maioria das grandes listas de melhores do ano passado. "Eu acho que foram mais de trinta listas. Ver o nosso disco em melhores do ano dos principais veículos do país, e ao lado de outros artistas que são referências para o nosso som, nos deixa muito orgulhosos", afirma o baterista Gabriel.
Foto: Amanda Respício
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| Julio Andrade em entrevista no programa Arariboia Rock News |
Quem quiser conferir a entrevista completa com o The Baggios, que aconteceu no programa de rádio Arariboia Rock News, basta clicar AQUI.
CAMISA DE VÊNUS + THE BAGGIOS NO CIRCO VOADOR
Data: 18 de março de 2017, sábado
Local: Circo Voador
Abertura da casa: 22h
Classificação:18 anos (de 14 à 17 anos somente acompanhado do responsável).
Pista 1º lote: R$100 / R$50 (meia / promocional*)
*Estudantes, menores de 21 anos, maiores de 60 anos, clientes odeon e quem levar 1kg de alimento terão direito ao ingresso promocional
Ponto de venda: bilheteria do Circo Voador
Venda online AQUI
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Jornalista e repórter fotográfico, é editor do site Rock On Board, repórter colaborador no site Midiorama e apresentador do programa "ARNews" e "O Papo é Pop" nas rádios Oceânica FM (105.9) e Planet Rock. Também foi Editor-chefe do Portal Rock Press e colunista do blog "Discoteca", da editora Abril. Desde 2005 participa das coberturas de grandes festivais como Rock in Rio, Lollapalooza Brasil, Claro Q é Rock, Monsters Of Rock, Summer Break Festival, Tim Festival, Knotfest, Summer Breeze, Mita Festival entre outros. Na lista de entrevistados, nomes como Black Sabbath, Aerosmith, Queen, Faith No More, The Offspring, Linkin Park, Steve Vai, Legião Urbana e Titãs.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2016
Sobre Shirley Manson, Garbage e um dos melhores shows que o Circo Voador já recebeu
Foto: Aline Narducci
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| Shirley Manson brilha em noite histórica no Circo Voador |
Era fácil ver a ansiedade nos rostos das pessoas que lotaram o Circo Voador na tarde quente e abafada de domingo. Afinal, era a oportunidade de ver o Garbage pela primeira vez na cidade (finalmente!), após o fim de um hiato de alguns bons anos.
A integração dos fãs com a banda que fez sucesso nos anos noventa pôde ser vista logo no início do show. Embora “Supervixen” não seja uma música de abertura tão forte, a sequência com a dobradinha “I Think I’m Paranoid” e “Stupid Girl” (numa performance vocal de Shirley Manson para se guardar na memória) provocou uma incrível catarse coletiva. Em seu primeiro contato com o público Shirley fez questão de valorizar a sua primeira vez no Rio. "Desculpe não falar em português, então vou falar com meu “escocês” mesmo: é muito bom estar pela primeira vez em nossa carreira no Rio de Janeiro depois de todos esses anos. Prazer, nós somos o Garbage!". Como não se apaixonar por essa cantora de cabelo rosa? O fato é que nada seria capaz de atrapalhar uma noite tão sinérgica, nem mesmo o fato de ter de reiniciar “Blood for Poppies” por problemas técnicos. “Vocês são muito barulhentos” disse ela ao final da canção.
A grande verdade é que a vocalista rouba a cena, definitivamente. Seus parceiros de banda (sem Butch Vig, que por problemas de saúde foi substituído por Eric Gardner) fazem apenas o trabalho de casa, e muito bem feito, porém ficam um tanto ofuscados pela cantora, que brilha o tempo inteiro. Ela anda, canta junto com o público, pula, anda em círculos durante as músicas como sempre fez desde o início da sua carreira e faz parecer que o tempo não passou para ela, e se passou, melhorou todo o seu conjunto.
Seria muito difícil definir também uma música no qual o público tenha gostado mais. O frenesi da casa era sensacional. Seja acompanham o rock de “Sexy is Not the Enemy” ou hipnotizados em canções mais melódicas como “Blackout” e “Magnetized”, do novo – e excelente álbum – 'Strange Little Birds'. E o que falar também da fortíssima “Bleed Like Me”- acompanhada de um discurso sobre o hiato da banda e seu retorno.
No final, a banda atacou numa versão pesada e de guitarras surreais em “Vow” e um início à capella do megasucesso “Only Happy When It Rains”. Já no bis, o Garbage fez o público viajar no tempo e voltou ao ano de 1995 com “Queer” - destaque mais uma vez para a voz da Shirley. “Empty”, primeiro single do novo disco, foi cantada tão forte que era fácil ver o sorriso nos rostos dos integrantes, e “Cherry Lips” trouxe uma energia juvenil de Manson - quantos anos tem essa "menina" mesmo? De todo modo, após uma apresentação tão voraz, o público só pede uma coisa para a cantora: que a próxima vez no Rio não demore tanto!
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segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
Saiba quais músicas o Garbage deve tocar no Circo Voador
Foto: Divulgação
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| Garbage está de volta e promete noites memoráveis no Brasil |
Provável Setlist
Nesta nova passagem pelo Brasil, a banda promete protagonizar noites memoráveis, relembrando clássicos de toda carreira, além de canções mais recentes. Confira abaixo as músicas que devem pintar no show deste domingo.
Supervixen
Subhuman
I Think I'm Paranoid
Stupid Girl
Automatic Systematic Habit
Blood for Poppies
The Trick Is to Keep Breathing
Sex Is Not the Enemy
Blackout
Magnetized
Special
#1 Crush
Even Though Our Love Is Doomed
Why Do You Love Me
Night Drive Loneliness
Bleed Like Me
Shut Your Mouth
Vow
Only Happy When It Rains
Push It
Queer
Sometimes
Empty
Cherry Lips (Go Baby Go!)
Beloved Freak
Sucesso nos anos 90 e retorno triunfante
Formado em 1993, o Garbage possui hits marcantes como “Only Happy When It Rains”, “Stupid Girl”, “I Think I'm Paranoid”, “Push It” e “Milk”. O lançamento de seu debut (homônimo), em 1995, fez da banda um dos maiores nomes do rock alternativo americano. O Garbage já vendeu mais de 25 milhões de discos no mundo inteiro e é conhecido por seu estilo considerado, "noventista" - com guitarras pesadas, elementos eletrônicos e letras que falam sobre temas particulares, tendo em Shirley Manson, um símbolo do feminismo no rock.
O novo disco, Strange Little Birds, foi gravado no porão do baterista e mega produtor Butch Vig (Foo Fighters, Nirvana, Smashing Pumpkins, Against Me!, Sonic Youth, Helmet) e teve a mixagem e masterização do conceituado Billy Bush, no Red Razor Sounds studio, em Los Angeles. Recentemente, a banda fez uma apresentação no programa Jimmy Kimmel Live, onde apresentou o single "Empty" [assista AQUI].
GARBAGE NO RIO DE JANEIRO
Data: 11 de dezembro de 2016, domingo
Local: Circo Voador
Endereço: Rua dos Arcos, s/n – Lapa
Abertura da casa: 18h00
Classificação etária: 16 anos
Pista 5º lote: R$360 / R$180 (meia / promocional)
Venda online AQUI
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Jornalista e repórter fotográfico, é editor do site Rock On Board, repórter colaborador no site Midiorama e apresentador do programa "ARNews" e "O Papo é Pop" nas rádios Oceânica FM (105.9) e Planet Rock. Também foi Editor-chefe do Portal Rock Press e colunista do blog "Discoteca", da editora Abril. Desde 2005 participa das coberturas de grandes festivais como Rock in Rio, Lollapalooza Brasil, Claro Q é Rock, Monsters Of Rock, Summer Break Festival, Tim Festival, Knotfest, Summer Breeze, Mita Festival entre outros. Na lista de entrevistados, nomes como Black Sabbath, Aerosmith, Queen, Faith No More, The Offspring, Linkin Park, Steve Vai, Legião Urbana e Titãs.
quarta-feira, 30 de novembro de 2016
Confirmado! Cage The Elephant pela primeira vez no Rio!
Foto: Divulgação
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| Banda se apresenta no Circo Voador em março |
Formada em 2002, o Silversun Pickups (abreviada por SSPU) é uma banda de indie-rock de Los Angeles. O primeiro trabalho do grupo foi um EP intitulado Pikul e lançado em 2005, depois lançaram seu primeiro álbum de estúdio, Carnavas, em 2006, seu segundo álbum Swoon em 2009, e em maio de 2012 seu terceiro e mais recente álbum, Neck of The Woods. Algumas músicas deles foram tocadas em séries como: The Vampire Diaries, One Tree Hill e The O.C..
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Silversun Pickups
Jornalista e repórter fotográfico, é editor do site Rock On Board, repórter colaborador no site Midiorama e apresentador do programa "ARNews" e "O Papo é Pop" nas rádios Oceânica FM (105.9) e Planet Rock. Também foi Editor-chefe do Portal Rock Press e colunista do blog "Discoteca", da editora Abril. Desde 2005 participa das coberturas de grandes festivais como Rock in Rio, Lollapalooza Brasil, Claro Q é Rock, Monsters Of Rock, Summer Break Festival, Tim Festival, Knotfest, Summer Breeze, Mita Festival entre outros. Na lista de entrevistados, nomes como Black Sabbath, Aerosmith, Queen, Faith No More, The Offspring, Linkin Park, Steve Vai, Legião Urbana e Titãs.
terça-feira, 29 de novembro de 2016
Restam poucos ingressos para o show do Garbage no Circo Voador
Foto: Divulgação
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| Garbage vai fazer um dos shows mais esperados do ano no Circo Voador |
Formado em 1993, o Garbage possui hits marcantes como “Only Happy When It Rains”, “Stupid Girl”, “I Think I'm Paranoid”, “Push It” e “Milk”. O lançamento de seu debut (homônimo), em 1995, fez da banda um dos maiores nomes do rock alternativo americano. O Garbage já vendeu mais de 25 milhões de discos no mundo inteiro e é conhecido por seu estilo considerado, "noventista" - com guitarras pesadas, elementos eletrônicos e letras que falam sobre temas particulares, tendo em Shirley Manson, um símbolo do feminismo no rock.
O novo disco, Strange Little Birds, foi gravado no porão do baterista e mega produtor Butch Vig (Foo Fighters, Nirvana, Smashing Pumpkins, Against Me!, Sonic Youth, Helmet) e teve a mixagem e masterização do conceituado Billy Bush, no Red Razor Sounds studio, em Los Angeles. Recentemente, a banda fez uma apresentação no programa Jimmy Kimmel Live, onde apresentou o single "Empty" [assista AQUI]. A banda de São Paulo, BBGG abre o show no Rio de Janeiro.
GARBAGE NO RIO DE JANEIRO
Data: 11 de dezembro de 2016, domingo
Local: Circo Voador
Endereço: Rua dos Arcos, s/n – Lapa
Abertura da casa: 18h00
Classificação etária: 16 anos
Pista 5º lote: R$360 / R$180 (meia / promocional)
Venda online AQUI
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Garbage
Jornalista e repórter fotográfico, é editor do site Rock On Board, repórter colaborador no site Midiorama e apresentador do programa "ARNews" e "O Papo é Pop" nas rádios Oceânica FM (105.9) e Planet Rock. Também foi Editor-chefe do Portal Rock Press e colunista do blog "Discoteca", da editora Abril. Desde 2005 participa das coberturas de grandes festivais como Rock in Rio, Lollapalooza Brasil, Claro Q é Rock, Monsters Of Rock, Summer Break Festival, Tim Festival, Knotfest, Summer Breeze, Mita Festival entre outros. Na lista de entrevistados, nomes como Black Sabbath, Aerosmith, Queen, Faith No More, The Offspring, Linkin Park, Steve Vai, Legião Urbana e Titãs.
quinta-feira, 6 de outubro de 2016
Nesta quinta, Wilco faz show imperdível no Circo Voador
Foto: Divulgação
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| Wilco faz show inédito no Circo Voador e divulga novo disco |
Formado nos anos noventa, o Wilco chamou a atenção da mídia no seu quarto disco, Yankee Hotel Foxtrot (2002). O álbum foi o mais bem sucedido da carreira do grupo, vendendo mais de 590 mil cópias no mundo inteiro. Além disso, a banda ganhou dois Grammy Awards pelo seu quinto álbum de estúdio, A Ghost Is Born (2004), incluindo o Grammy de Melhor Álbum de Música Alternativa. Os únicos remanescentes da formação original são o cantor Jeff Tweedy e o baixista John Stirratt.
WILCO NO CIRCO VOADOR
Data: 06 de outubro de 2016, quinta-feira
Local: Circo Voador
Endereço: Rua dos Arcos, s/n – Lapa
Abertura da casa: 21h
Classificação etária: 18 anos
Pista 2º Lote: R$320 / R$160 (meia / promocional*)
Pista 3º Lote: R$360 / R$190 (meia / promocional*)
*Estudantes, menores de 21 anos, maiores de 60 anos, clientes odeon e quem levar 1kg de alimento terão direito ao ingresso promocional
Ponto de venda: bilheteria do Circo Voador
Venda online AQUI
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Jornalista e repórter fotográfico, é editor do site Rock On Board, repórter colaborador no site Midiorama e apresentador do programa "ARNews" e "O Papo é Pop" nas rádios Oceânica FM (105.9) e Planet Rock. Também foi Editor-chefe do Portal Rock Press e colunista do blog "Discoteca", da editora Abril. Desde 2005 participa das coberturas de grandes festivais como Rock in Rio, Lollapalooza Brasil, Claro Q é Rock, Monsters Of Rock, Summer Break Festival, Tim Festival, Knotfest, Summer Breeze, Mita Festival entre outros. Na lista de entrevistados, nomes como Black Sabbath, Aerosmith, Queen, Faith No More, The Offspring, Linkin Park, Steve Vai, Legião Urbana e Titãs.
quinta-feira, 15 de setembro de 2016
Circo Voador recebe mais uma edição do Raimundos Rock Fest
Foto: Cesar Ovalle
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| Raimundos volta ao Circo Voador para promover o Raimundos Rock Fest |
RAIMUNDOS ROCK FEST NO CIRCO VOADOR
Data: 16 de setembro de 2016, sexta-feira
Local: Circo Voador
Endereço: Rua dos Arcos, s/n – Lapa
Abertura da casa: 22h
Classificação etária: 18 anos
Pista 1º lote: R$100 / R$50 (meia / promocional*)
*Estudantes, menores de 21 anos, maiores de 60 anos, clientes odeon e quem levar 1kg de alimento terão direito ao ingresso promocional
Ponto de venda: bilheteria do Circo Voador
Venda online AQUI
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Jornalista e repórter fotográfico, é editor do site Rock On Board, repórter colaborador no site Midiorama e apresentador do programa "ARNews" e "O Papo é Pop" nas rádios Oceânica FM (105.9) e Planet Rock. Também foi Editor-chefe do Portal Rock Press e colunista do blog "Discoteca", da editora Abril. Desde 2005 participa das coberturas de grandes festivais como Rock in Rio, Lollapalooza Brasil, Claro Q é Rock, Monsters Of Rock, Summer Break Festival, Tim Festival, Knotfest, Summer Breeze, Mita Festival entre outros. Na lista de entrevistados, nomes como Black Sabbath, Aerosmith, Queen, Faith No More, The Offspring, Linkin Park, Steve Vai, Legião Urbana e Titãs.
sábado, 3 de setembro de 2016
Confirmado! Garbage toca no Circo Voador em dezembro!
Foto: Divulgação
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| Garbage vai fazer um dos shows mais esperados do ano no Circo Voador |
O grupo, formado em 1993, possui hits marcantes como “Only Happy When It Rains”, “Stupid Girl”, “I Think I'm Paranoid”, “Push It” e “Milk”. O lançamento de seu debut (homônimo), em 1995, fez da banda um dos maiores nomes do rock alternativo americano. O Garbage já vendeu mais de 25 milhões de discos no mundo inteiro e é conhecido por seu estilo considerado, "noventista" - com guitarras pesadas, elementos eletrônicos e letras que falam sobre temas particulares, tendo em Shirley Manson, um símbolo do feminismo no rock.
O novo disco, Strange Little Birds, foi gravado no porão do baterista e mega produtor Butch Vig (Foo Fighters, Nirvana, Smashing Pumpkins, Against Me!, Sonic Youth, Helmet) e teve a mixagem e masterização do conceituado Billy Bush, no Red Razor Sounds studio, em Los Angeles. Recentemente, a banda fez uma apresentação no programa Jimmy Kimmel Live, onde apresentou o single "Empty" [assista AQUI].
GARBAGE NO RIO DE JANEIRO
Data: 11 de dezembro de 2016, domingo
Local: Circo Voador
Endereço: Rua dos Arcos, s/n – Lapa
Abertura da casa: 18h00
Classificação etária: 16 anos
Pista 5º lote: R$360 / R$180 (meia / promocional)
Venda online AQUI
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Jornalista e repórter fotográfico, é editor do site Rock On Board, repórter colaborador no site Midiorama e apresentador do programa "ARNews" e "O Papo é Pop" nas rádios Oceânica FM (105.9) e Planet Rock. Também foi Editor-chefe do Portal Rock Press e colunista do blog "Discoteca", da editora Abril. Desde 2005 participa das coberturas de grandes festivais como Rock in Rio, Lollapalooza Brasil, Claro Q é Rock, Monsters Of Rock, Summer Break Festival, Tim Festival, Knotfest, Summer Breeze, Mita Festival entre outros. Na lista de entrevistados, nomes como Black Sabbath, Aerosmith, Queen, Faith No More, The Offspring, Linkin Park, Steve Vai, Legião Urbana e Titãs.
terça-feira, 5 de julho de 2016
Simple Plan vai tocar no Circo Voador em dezembro
Foto: Divulgação
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| Simple Plan deve lotar o Circo Voador em dezembro |
SIMPLE PLAN NO CIRCO VOADOR
Data: 9 de dezembro de 2016
Local: Circo Voador
Endereço: Rua dos Arcos, s/n – Lapa
Abertura da casa: 21h
Classificação etária: 18 anos
Pista 1º lote: R$220 / R$110 (meia / promocional)
Pista 2º lote: R$260 / R$130 (meia / promocional)
Pista 3º lote: R$290 / R$145 (meia / promocional)
Ponto de venda: bilheteria do Circo Voador
Venda online AQUI
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Simple Plan
Jornalista e repórter fotográfico, é editor do site Rock On Board, repórter colaborador no site Midiorama e apresentador do programa "ARNews" e "O Papo é Pop" nas rádios Oceânica FM (105.9) e Planet Rock. Também foi Editor-chefe do Portal Rock Press e colunista do blog "Discoteca", da editora Abril. Desde 2005 participa das coberturas de grandes festivais como Rock in Rio, Lollapalooza Brasil, Claro Q é Rock, Monsters Of Rock, Summer Break Festival, Tim Festival, Knotfest, Summer Breeze, Mita Festival entre outros. Na lista de entrevistados, nomes como Black Sabbath, Aerosmith, Queen, Faith No More, The Offspring, Linkin Park, Steve Vai, Legião Urbana e Titãs.
sexta-feira, 6 de maio de 2016
Hardcuore Fest foi o triunfo do bem e do 'bom rock' no Circo Voador
Foto: Guto Jimenez
| Circo Voador recebeu evento beneficente para ajudar irmã de Gabriel Thomaz |
Shows beneficentes sempre são uma ótima ideia, pois você assiste a bons espetáculos de bandas que normalmente não tocariam juntas e, ao mesmo tempo, ajuda a promover o bem de alguma forma. Com um line up que incluía o retorno dos MC’s HC, a energia dos Autoramas e a porradaria sonora e ideológica do Planet Hemp, além da discotecagem do mítico DJ Marcelinho da Lua, a noite do Circo Voador tinha tudo pra ser inesquecível. E assim o foi!
O objetivo do Hard Cuore Fest foi de arrecadar fundos pro tratamento médico de Layana Thomaz, estilista e irmã do Gabriel Thomaz (do Autoramas). Uma figura constante na cena carioca, ela já desfilou no Fashion Rio com sua grife própria e atualmente é a responsável pelo projeto itinerante ALoja. Só pra você entender a gravidade do problema, ela nasceu com uma condição congênita no coração que já a levou a três cirurgias cardíacas; como se isso não bastasse, ela ainda enfrenta uma endocardite bacteriana na válvula pulmonar do coração. Infelizmente, não adiantou ter um bom plano de saúde, que covardemente não cobriu os custos absurdos do tratamento, muito menos acionar o próprio plano, o SUS, a ANS ou o ministério da saúde na justiça. Ela tinha de fazer o tratamento, que foi realizado na marra e cujos custos beiram a absurdos R$ 450 mil em valores atualizados; parte da dívida foi paga com uma vaquinha entre parentes e amigos, bazares beneficentes e um show em SP, mas a conta estava longe de fechar. O hospital joga duro, cobrando aquilo que lhe é devido com toda a falta de habilidade que é característica dessas instituições nessas ocasiões... O que fazer?
Amigo dos irmãos Thomaz há mais de 20 anos, BNegão resolveu organizar um show no Rio com alguns músicos também amigos que se dispuseram a ajudar a causa. Naturalmente, um espetáculo desse tipo só poderia acontecer em um único lugar, e que sempre teve iniciativas voltadas à comunidade nos seus mais de 30 anos de história: o Circo Voador. Todos os músicos abriram mão dos cachês – apenas as equipes técnicas receberam metade do que receberiam -, não rolaram listas amigas ou de VIPs e o objetivo era um só, o de fazer o bem a uma pessoa de bem.
E tome música da melhor qualidade pra isso! Abrindo os trabalhos e entretendo o público nos intervalos dos shows, o gênio das carrapetas Marcelinho da Lua serviu uma porção farta de seu vasto conhecimento musical e da arte de manter a galera agitando sem parar. Sou muito suspeito pra falar por ser um antigo fã do cara, um dos poucos que misturam artistas tão diferentes como Linton Kwesi Johnson (em música e spoken Word), Tim Maia em versão drum’n’bass e Easy-E num mesmo set com total coerência e fluidez. O resultado? Gente se sacudindo a noite inteira, seja sob a lona ou do lado de fora.
Foto: Guto Jimenez
| Show marcou o retorno do MC's HC no palco do Circo Voador |
Foto: Guto Jimenez
| Autoramas no palco do Circo Voador: diversão garantida |
Foto: Guto Jimenez
| Planet Hemp em mais um show histórico no Circo Voador |
Simbolicamente, a banda subiu ao palco no mesmo dia que o nefasto corrupto Cunha foi afastado do congresso nacional - minúsculas propositais aqui -, e é evidente que esse e outros fatos não passariam batidos pelas interferências sempre politizadas dos caras entre as músicas. BNegão assumiu o seu melhor lado de MC e esculachou a tudo e a todos os que mereceram, dando um tempero todo especial ao repertório mais do que conhecido deles: só pra se ter uma ideia, “Porcos Fardados” foi dedicada ao "boçal-mor" Bolsonaro, o mito dos imbecis, ”Zerovinteum” veio em homenagem aos cinco menores desarmados mortos com 120 tiros pela PM carioca no início desse ano e os jardineiros alternativos foram lembrados em “Não Compre, Plante”. Todas as músicas que vem agitando toda uma geração, como “Ex-quadrilha da Fumaça”, “Dig Dig Dig”, “Phunky Buddha”, “Queimando Tudo”, “Fazendo a Cabeça”, “A Culpa é de Quem”; pedindo licença pro uso de mais um clichê, a apresentação foi tão incendiária que a pogação rolou solta até mesmo durante “Quem Tem Seda?”, de levada mais suave.
Não faltaram covers, naquilo que foi definido como “hardcore mesmo”: “Crise Geral”, hino do Ratos de Porão, e “Seus Amigos”, da histórica banda carioca Serial Killer, que já fazem parte do repertório da banda. O momento de maior emoção foi quando Layana Thomaz foi chamada no palco pra agradecer ao público pela presença num show tão especial, que foi seguida por uma emocionante interpretação de “Samba Makossa”, de Chico Science, dedidada a ele e a outros que já subiram para o "Grande Palco", como Skunk, Chorão e Bezerra da Silva. Pra finalizar e fechar o pacote com laço de fita dourada, “Mantenha o Respeito” e “Legalize Já”, dois hinos que fazem a cabeça de gente de todas as idades com pogação elétrica até o último acorde.
Pra finalizar, é preciso dizer que não teria sido possível realizar uma noite formidável como essa se não fosse pelos esforços e pela extrema dedicação de dois caras fundamentais pro cenário musical do Rio de Janeiro: Bernardo BNegão e Alexandre Rossi, o “Rolinha”. Graças a esses dois camaradas em especial, a Layana pode contar com um alívio em seu coração guerreiro e todos nós pudemos apreciar a espetáculos sensacionais que irão ficar gravados na nossa memória pra sempre. Parabéns e muito, muito obrigado!
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Jornalista e repórter fotográfico, é editor do site Rock On Board, repórter colaborador no site Midiorama e apresentador do programa "ARNews" e "O Papo é Pop" nas rádios Oceânica FM (105.9) e Planet Rock. Também foi Editor-chefe do Portal Rock Press e colunista do blog "Discoteca", da editora Abril. Desde 2005 participa das coberturas de grandes festivais como Rock in Rio, Lollapalooza Brasil, Claro Q é Rock, Monsters Of Rock, Summer Break Festival, Tim Festival, Knotfest, Summer Breeze, Mita Festival entre outros. Na lista de entrevistados, nomes como Black Sabbath, Aerosmith, Queen, Faith No More, The Offspring, Linkin Park, Steve Vai, Legião Urbana e Titãs.
quinta-feira, 28 de abril de 2016
Nação Zumbi e The Young Gods tocam juntos nas cidades de SP e RJ
Foto: Divulgação
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| Nação Zumbi (foto) e The Young Gods: promessa de show imperdível |
Para quem não conhece, o The Young Gods foi formada em 1985 e é considerado um dos precursores na utilização do sampler como instrumento musical, sendo uma das bandas de rock industrial mais influentes da época. Devido às diversas mudanças de line-up, a sonoridade do grupo foi se modificando ao longo dos anos, passando a adicionar elementos de música eletrônica e ambiente. Alguns artistas renomados como The Edge, do U2, Mike Patton (Faith No More) e David Bowie se declararam incluenciados pelo grupo suíco.
Já a Nação Zumbi é uma das mais influentes bandas de rock de todos os tempos. O grupo ficou famoso nos anos noventa, quando levava o nome de Chico Science & Nação Zumbi e marcou época ao propagar ao mundo o movimento "manguebeat", principalmente com os marcantes "Da Lama Ao Caos" e "Afrociberdelia". Após a morte de Chico Science, a Nação Zumbi seguiu com Jorge Dü Peixe nos vocais e lançou trabalhos de alto nível, como os excelentes "Futura" (2005) e "Fome de Tudo" (2007).
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segunda-feira, 4 de abril de 2016
Quer ganhar um par de ingressos para o show do Soulfly no Circo Voador?
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| Vencedor ainda poderá conhecer a banda no camarim do Circo Voador |
Para levar essa promoção, você deverá gravar um vídeo cantando uma marchinha de carnaval com vocal gutural. Não precisa ser nada muito extenso não. Pode ser só um trechinho mesmo, mas tem que ser caprichado. Ganha pontos quem ainda mandar um agudão tipo Rob Halford no final. A gravação do vídeo deve ser postada até as 13h30 desta quinta-feira (dia do show), na pagina do evento AQUI. O vencedor será anunciado na própria quinta-feira, às 14h.
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terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
Soulfly toca no Circo Voador em abril
Foto: Divulgação
Max Cavalera e sua tribo retornam ao Rio de Janeiro para mais um show que promete abalar as estruturas da lona histórica do Circo Voador. Dessa vez, ele traz para América Latina a turnê do aclamado "Archangel", lançado em 2015. Formada em 1997 no estado do Arizona, EUA, pelo brasileiro Max Cavalera - que havia acabado de deixar o Sepultura -, o Soufly ganhou respeito no mundo inteiro com sua mistura de new metal, world music, thrash metal e fortes influências de ritmos brasileiros. O projeto foi recebido com entusiasmo logo no álbum de estreia, "Soulfly", que teve participações de artistas como Nação Zumbi (Jackson Bandeira), Fear Factory, Deftones, entre outros. O álbum também recebeu disco de ouro, e ganhou popularidade na MTV mundial pelo vídeo clipe da faixa "Bleed", que contava com Fred Durst, vocalista do Limp Bizkit. Nas letras do Soulfly, Max Cavalera aborda temas como a espiritualidade e a religiosidade, além de assuntos mais polêmicos como guerra, violência, agressão, escravidão e ódio. A banda lançou até agora dez álbuns de estúdio, um EP, dezenove singles e um DVD. As bandas Capadocia e Claustrofobia abrem a noite no Circo Voador.
SOULFLY NO RIO DE JANEIRO
Data: 7 de abril de 2016
Local: Circo Voador
Endereço: Rua dos Arcos, s/n – Lapa
Abertura da casa: 19h00
Classificação etária: 18 anos
Pista 1º lote: R$180 / R$90 (meia / promocional)
Pista 2º lote: R$200 / R$100 (meia / promocional)
Ponto de venda: bilheteria do Circo Voador
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