-
Pearl Jam, The Killers e Red Hot Chili Peppers são atrações confirmadas -
Um resumo da cobertura Rock in Rio em 20 fotos lindas e 20 fatos marcantes -
Saiba tudo sobre os shows de Foo Fighters e QOTSA no Brasil -
Leia a resenha de "Desaturating Seven", novo disco do Primus -
O guitarrista Kennedy Brock falou sobre o novo disco e shows no Brasil
Mostrando postagens com marcador Max Cavalera. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Max Cavalera. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 19 de dezembro de 2016
De volta ao Imperator, irmãos Cavalera relembram 'Roots' em noite nostálgica
Foto: Rom Jom
![]() |
| Irmãos Cavalera mandando ver no palco do Imperator |
“Vamos voltar 20 anos atrás!” Anunciou Max Cavalera na casa de show que foi palco do então lançamento de 'Roots', em 1996. E quis o destino que o mesmo local recebesse o show de aniversário de 20 anos do álbum na turnê “Return to Roots”, onde os remanescentes e irmãos Cavalera tocaram na íntegra o consagrado álbum da era Sepultura. A casa, devidamente lotada, recebeu uma noite digna de celebração ao disco que revolucionou a história do metal.
Acompanhados dos já conhecidos Marc Rizzo (guitarra) e Tony Campos (baixo) - que também fazem parte das bandas Soulfly e Cavalera Conspiracy -, os irmãos Cavalera entraram no palco colocando tudo abaixo com "Roots Bloody Roots". Já em "Atittude", Max utilizou um berimbau para logo depois enlouquecer os fãs numa explosão de energia e decibéis. O frontman continua liderando a plateia como poucos e pede de forma corriqueira, as famosas rodas de pogo - e é sempre atendido pelos fãs, que fazem a festa do jeito que ele quer.
Como a banda tocou o álbum inteiro, poderíamos dizer que geralmente há aquelas faixas que você pula no disco (quem nunca fez isso?), mas isso não acontece em 'Roots'. Pelo menos é essa a impressão que o show desta noite passa, pois não há uma música sequer que não seja comemorada pelo público. Lá atrás, Iggor Cavalera, ainda mostra desempenho ímpar em sua atuação, mesmo que muitas das vezes, pelo menos neste show, tenha feito um trabalho, assim digamos, burocrático. Mas não fez feio. Até mesmo quando tocou "Itsári", faixa que tem somente sons indígenas e bateria. Aliás, ainda sobre a música, Max confessou que foi essa faixa que influenciou o Sepultura a gravar o disco com um tema indígena.
Foto: Rom Jom
![]() |
| Max Cavalera atacando de berimbau em "Attitude" |
No bis, os irmãos fizeram uma jam apenas com guitarra e bateria e tocaram alguns clássicos, iniciando com "War Pigs" do Sabbath, e partindo para outros hinos antigos, como "Desperate Cry", "Innerself", além de duas versões popularizadas pelo Sepultura nos anos noventa: "Polícia" (cover dos Titãs) e "Orgasmatron" (cover do Motörhead). A noite se encerrou com mais uma da banda de Lemmy Kilmister: "Aces of Spades", mais brutal e rápida como de costume, e com Max livre no palco para colocar a casa abaixo em mais uma execução de "Roots Bloody Roots" (dessa vez bem mais rápida que a primeira).
Após ver toda essa história passada a limpo, o público presente pôde lavar a alma e resgatar memórias da última fase do Sepultura com os irmãos Cavalera juntos. Tudo isso, costurado e devidamente bem acabado em uma grande noite de celebração ao metal.
Marcadores:
Cavalera Conspiracy,
Iggor Cavalera,
Max Cavalera,
Sepultura,
Shows,
Soulfly
Jornalista e repórter fotográfico, é editor do site Rock On Board, repórter colaborador no site Midiorama e apresentador do programa "ARNews" e "O Papo é Pop" nas rádios Oceânica FM (105.9) e Planet Rock. Também foi Editor-chefe do Portal Rock Press e colunista do blog "Discoteca", da editora Abril. Desde 2005 participa das coberturas de grandes festivais como Rock in Rio, Lollapalooza Brasil, Claro Q é Rock, Monsters Of Rock, Summer Break Festival, Tim Festival, Knotfest, Summer Breeze, Mita Festival entre outros. Na lista de entrevistados, nomes como Black Sabbath, Aerosmith, Queen, Faith No More, The Offspring, Linkin Park, Steve Vai, Legião Urbana e Titãs.
terça-feira, 13 de dezembro de 2016
Imperator recebe irmãos Cavalera tocando 'Roots', clássico do Sepultura, na íntegra
Foto: Divulgação
![]() |
| Iggor e Max Cavalera vão relembrar 'Roots', que completa 20 anos |
'Roots' é o sexto álbum de estúdio do Sepultura. Lançado em fevereiro de 1996, ele marcou época por realizar uma forte fusão de thrash metal, com ritmos tribais e experimentações. Duas músicas ("Itsári" e "Jasco") foram gravadas em uma tribo xavante. Além disso, o disco conta com várias participações especiais, como Carlinhos Brown, Mike Patton (Faith No More) e Jonathan Davis (Korn). Este álbum é considerado um divisor de águas na carreira do Sepultura e tornou-se uma referência para várias bandas que posteriormente formariam o estilo nu metal.
Curiosidades
O álbum chegou à 27ª colocação nas paradas da "Billboard" e no 4º lugar na Inglaterra. Ganhou discos de ouro nos Estados Unidos, Austrália, Canadá, França, Áustria, Holanda e Reino Unido. Estima-se que o álbum tenha ultrapassado 2 milhões de cópias comercializadas no mundo.
O design da capa saiu da fotocópia de uma nota de de mil cruzeiros. Tinha uma roda com motivos tribais nela, que acabou estampada no próprio CD. O rosto do índio na capa também foi tirado da nota. Michael Whelan que trabalhou na capa.
As participações especiais mais exaltadas em 'Roots' são as de Carlinhos Brown na percussão e criação de sons como "Ratamahatta", além dos índios xavantes, criadores de "Itsári". A faixa "Lookaway" conta com Jonathan Davis, do Korn, e Mike Patton, do Faith No More. O DJ Lethal participa nos scratches. Outro convidado foi David Silveria, que ajudou na percussão de "Ratamahatta".
Composta com Carlinhos Brown, "Ratamahatta" traz Mike Patton e Jonathan Davis nos backing vocals. A música é cheia de palavras soltas em português. Em entrevista, Carlinhos Brown falou sobre o processo de composição da música. "Eu tinha na cabeça esse título 'Ratamahatta' e precisava terminar. Max me ajudou. Quando estive em Manhattan, fiquei impressionado com os ratos deles. Parecem com os sariguês [gambás] daqui da Bahia. E sariguê aqui vai para a panela! Só que o pessoal dizia que os ratos de Manhattan não eram bons para comer, porque eram mais sujos. Por isso na letra há as palavras 'garagem', 'biboca' e 'favela'. O rato não está apenas nos grandes centros. Ele está por todos os lugares. Ele está na fubanga, maloca, bocada. Quem é o rato? É o chefe da reciclagem. Isso que quer dizer a música. Fala de um rato de Manhattan que percorre o mundo e se conecta com todos”, disse.
ROOTS NO IMPERATOR
Dia: 14 de Dezembro.
Local: Imperator
Endereço: R. Dias da Cruz, 170 - Meier
Horário: 19h
Classificação etária: 16 anos
BILHETERIA
Pista 1º lote: R$ 180 (inteira) e R$ 90 (meia)
Pista 2º lote: R$ 220 (inteira) e R$ 110 (meia)
Compra pela Internet AQUI
Marcadores:
Agenda,
Iggor Cavalera,
Imperator,
Max Cavalera,
Roots,
Sepultura
Jornalista e repórter fotográfico, é editor do site Rock On Board, repórter colaborador no site Midiorama e apresentador do programa "ARNews" e "O Papo é Pop" nas rádios Oceânica FM (105.9) e Planet Rock. Também foi Editor-chefe do Portal Rock Press e colunista do blog "Discoteca", da editora Abril. Desde 2005 participa das coberturas de grandes festivais como Rock in Rio, Lollapalooza Brasil, Claro Q é Rock, Monsters Of Rock, Summer Break Festival, Tim Festival, Knotfest, Summer Breeze, Mita Festival entre outros. Na lista de entrevistados, nomes como Black Sabbath, Aerosmith, Queen, Faith No More, The Offspring, Linkin Park, Steve Vai, Legião Urbana e Titãs.
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
Max e Iggor Cavalera confirmam turnê de 20 anos do disco 'Roots' no Brasil
Imagem: Roots ![]() |
| Turnê comemorativa vai passar por RJ, BH e SP em dezembro |
'Roots' é o sexto álbum de estúdio do Sepultura. Lançado em fevereiro de 1996, ele marcou época por realizar uma forte fusão de thrash metal, com ritmos tribais e experimentações. Duas músicas ("Itsári" e "Jasco") foram gravadas em uma tribo xavante. Além disso, o disco conta com várias participações especiais, como Carlinhos Brown, Mike Patton (Faith No More) e Jonathan Davis (Korn). Este álbum é considerado um divisor de águas na carreira do Sepultura e tornou-se uma referência para várias bandas que posteriormente formariam o estilo nu metal.
Marcadores:
Iggor Cavalera,
Max Cavalera,
News,
Sepultura
Jornalista e repórter fotográfico, é editor do site Rock On Board, repórter colaborador no site Midiorama e apresentador do programa "ARNews" e "O Papo é Pop" nas rádios Oceânica FM (105.9) e Planet Rock. Também foi Editor-chefe do Portal Rock Press e colunista do blog "Discoteca", da editora Abril. Desde 2005 participa das coberturas de grandes festivais como Rock in Rio, Lollapalooza Brasil, Claro Q é Rock, Monsters Of Rock, Summer Break Festival, Tim Festival, Knotfest, Summer Breeze, Mita Festival entre outros. Na lista de entrevistados, nomes como Black Sabbath, Aerosmith, Queen, Faith No More, The Offspring, Linkin Park, Steve Vai, Legião Urbana e Titãs.
terça-feira, 12 de abril de 2016
Com Soulfly, Max repassa carreira em noite brutal no Circo Voador
Foto: Alessandra Tolc / Rodie Crew
![]() |
| Soulfly apresenta "Archangel", seu novo disco no Circo Voador |
O Soulfly apresentou no Circo Voador a turnê de Archangel, seu décimo álbum de estúdio, com um público “honesto” e vários sucessos do Sepultura. O grupo de Max Cavalera entrou no palco com a pesadíssima “We Sold Our Souls to Metal” primeira faixa de Archangel, aliás, em todo lugar se ouvia dizer que o álbum é o mais pesado da banda, o que realmente se comprova ao vivo - principalmente nas faixas “Archangel”, “Ishtar Rising” e “Sodomites”. O set list ainda contou com grandes músicas que fizeram a história da banda, como “Prophecy”, música de 2014, “Babylon” do álbum Dark Ages (2005) e “Seek N’Strike” do album 3, lançado em 2002.
Mas, como é de praxe nos shows de Max no Brasil, o público bateu cabeça de verdade com músicas da fase áurea do Sepultura. “Refuse Resist” e “Territory”, clássicos do petardo Chaos A.D. vieram quase em sequência na primeira parte do show, que ainda teve “Roots Bloody Roots”. Decano dos palcos, Max sempre faz questão de transformar as apresentações (de qualquer projeto) numa grande celebração de metal. Com mais de trinta anos de estrada, ele mantém as mesmas atitudes que sempre o marcaram nos shows. Continua jogando água no público, motivando os fãs a entrarem nas rodas de pogo e pedindo cantoria forte nos refrões. Ainda que o público fosse bem menor do que as últimas apresentações dele com outros projetos nesta casa de show, a agitação e energia do público não foi diminuída.
A entrega dos fãs foi constatada nas músicas “Arise” e “Dead Embryonic Cells”, com recorde em tentativas de stage dives ("mosh"), dando trabalho para os seguranças, que não conseguiram evitar as invasões de palco. Já em “No Hope = Fear / Umbabarauma”, Max iniciou um número intimista, tocando sozinho trechos de músicas, como “Policia”, “Orgasmatron”, o clássico do Black Sabbath, “Sabbath Bloody Sabbath”, e “Frontilines”.
No bis, a brutal “Back to the Primitive” seguida de “Troops of Doom” do Sepultura e como já virou costume nesta turnê, uma homenagem ao falecido Lemmy, do Motorhead, com “Aces of Spades” - essa com participação do vocalista da banda paulistana Claustrofobia, que fez a abertura do show. Para encerrar a pancadaria “Jumpdafuckup” com direito a um medley de “Eye Na Eye” do primeiro trabalho da banda, lançado de 1998. Após os agradecimentos, a banda ainda tocou (sem Max no palco) “The Trooper” do Iron Maiden.
Com quase vinte anos de carreira, o Soulfly traz todas as influências que acabou consagrando Max Cavalera na segunda fase do Sepultura. Com quase duas horas de palco, a banda conseguiu misturar groove, trash e reggae (às vezes), sendo acima de tudo pesada, brutal e metal. Ou talvez, um pouco mais do que isso.
Marcadores:
Max Cavalera,
Sepultura,
Shows,
Soulfly
Jornalista e repórter fotográfico, é editor do site Rock On Board, repórter colaborador no site Midiorama e apresentador do programa "ARNews" e "O Papo é Pop" nas rádios Oceânica FM (105.9) e Planet Rock. Também foi Editor-chefe do Portal Rock Press e colunista do blog "Discoteca", da editora Abril. Desde 2005 participa das coberturas de grandes festivais como Rock in Rio, Lollapalooza Brasil, Claro Q é Rock, Monsters Of Rock, Summer Break Festival, Tim Festival, Knotfest, Summer Breeze, Mita Festival entre outros. Na lista de entrevistados, nomes como Black Sabbath, Aerosmith, Queen, Faith No More, The Offspring, Linkin Park, Steve Vai, Legião Urbana e Titãs.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
Soulfly toca no Circo Voador em abril
Foto: Divulgação
Max Cavalera e sua tribo retornam ao Rio de Janeiro para mais um show que promete abalar as estruturas da lona histórica do Circo Voador. Dessa vez, ele traz para América Latina a turnê do aclamado "Archangel", lançado em 2015. Formada em 1997 no estado do Arizona, EUA, pelo brasileiro Max Cavalera - que havia acabado de deixar o Sepultura -, o Soufly ganhou respeito no mundo inteiro com sua mistura de new metal, world music, thrash metal e fortes influências de ritmos brasileiros. O projeto foi recebido com entusiasmo logo no álbum de estreia, "Soulfly", que teve participações de artistas como Nação Zumbi (Jackson Bandeira), Fear Factory, Deftones, entre outros. O álbum também recebeu disco de ouro, e ganhou popularidade na MTV mundial pelo vídeo clipe da faixa "Bleed", que contava com Fred Durst, vocalista do Limp Bizkit. Nas letras do Soulfly, Max Cavalera aborda temas como a espiritualidade e a religiosidade, além de assuntos mais polêmicos como guerra, violência, agressão, escravidão e ódio. A banda lançou até agora dez álbuns de estúdio, um EP, dezenove singles e um DVD. As bandas Capadocia e Claustrofobia abrem a noite no Circo Voador.
SOULFLY NO RIO DE JANEIRO
Data: 7 de abril de 2016
Local: Circo Voador
Endereço: Rua dos Arcos, s/n – Lapa
Abertura da casa: 19h00
Classificação etária: 18 anos
Pista 1º lote: R$180 / R$90 (meia / promocional)
Pista 2º lote: R$200 / R$100 (meia / promocional)
Ponto de venda: bilheteria do Circo Voador
Venda online AQUI
Marcadores:
Agenda,
Circo Voador,
Max Cavalera,
Soulfly
Jornalista e repórter fotográfico, é editor do site Rock On Board, repórter colaborador no site Midiorama e apresentador do programa "ARNews" e "O Papo é Pop" nas rádios Oceânica FM (105.9) e Planet Rock. Também foi Editor-chefe do Portal Rock Press e colunista do blog "Discoteca", da editora Abril. Desde 2005 participa das coberturas de grandes festivais como Rock in Rio, Lollapalooza Brasil, Claro Q é Rock, Monsters Of Rock, Summer Break Festival, Tim Festival, Knotfest, Summer Breeze, Mita Festival entre outros. Na lista de entrevistados, nomes como Black Sabbath, Aerosmith, Queen, Faith No More, The Offspring, Linkin Park, Steve Vai, Legião Urbana e Titãs.
Assinar:
Postagens (Atom)





