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quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Informações sobre ingressos para o show do Iron Maiden no Rio de Janeiro

Foto: Divulgação

O Iron Maiden desembarca em março no Rio de Janeiro, onde inicia a turnê que divulga seu novo e ótimo disco, The Book Of Souls [leia a resenha AQUI]. O grupo se apresenta no dia 17 de março de 2016 no HSBC Arena, e os ingressos começam a ser vendidos no dia 12 deste mês. Haverá uma pré-venda para o fã clube da banda e para os clientes Samsung e HSBC. A tabela com os preços você pode conferir abaixo no serviço do show. A Donzela ainda toca em Belo Horizonte no dia 19 (Esplanada do Mineirão), Brasília no dia 22 (Ginásio Nilson Nelson), Fortaleza no dia 24 (Arena do Centro de Formação Olímpica) e São Paulo no dia 26 (Allianz Parque). Todos os shows fazem parte da plataforma Live Music Rocks.

A nova turnê começa no final de fevereiro e passa primeiro pelos EUA. O novo Ed Force One - que está preparado para levar mais de 12 toneladas de equipamento por mais de 88.500km ao redor do planeta - segue no início de março para a América Central, onde visita México, El salvador, e passa pela Costa Rica. Depois, o grupo segue para a América do Sul para shows na Argentina, Chile e Brasil. O Boeing volta para os EUA no final de março, e passa também por Canadá nas primeiras duas semanas de abril. Um retorno ao Japão deve acontecer ainda em abril, e depois a banda terá o prazer de tocar pela primeira vez na China, e seguir para a Nova Zelândia e Austrália em maio. Antes de uma longa turnê pela Europa, eles pousam na África do Sul.

IRON MAIDEN NO RIO DE JANEIRO
Data: 17 de março de 2016, quinta-feira.
Local: HSBC Arena 
Endereço: Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401 - Barra da Tijuca
Banda de abertura: Anthrax 
Ingressos: 
Pista Premier: Lote 1 – R$570 / R$285 (meia-entrada)
Pista: Lote 1 – R$290 / R$145 (meia-entrada)
Cadeira Nível 1: Lote 1 – R$420 / R$210 (meia-entrada)
Cadeira Nível 3: Lote 1 – R$220 / R$110 (meia-entrada)
Camarotes: Lote 1 – R$530 / R$265 (meia-entrada)
PRÉ-VENDA FAN CLUB: Segunda-feira, 9 de novembro de 2015, 10h
PRÉ-VENDA SAMSUNG E HSBC: Terça-feira, 10 de novembro de 2015, 10h
VENDAS PARA PÚBLICO: Quinta-feira, 12 de novembro de 2015, 10h
Para comprar pela internet, AQUI

domingo, 2 de novembro de 2014

Echo & The Bunnymen sofre com som ruim e não volta para o bis; público vaia

Foto: Guilherme Carvalho
Echo & The Bunnymen no Rio: frustrante para ambos os lados

Por Bruno Eduardo


A expectativa por uma noite memorável era enorme. Não por menos: a banda acabou de lançar o seu melhor disco em muitos anos (Meteorites) e vem repetindo bons repertórios na atual turnê. O problema é que quando uma coisa tem que dar errado, ela dá. E não há fundamentos que modifiquem o seu desfecho. 
Infelizmente, essa é daquelas noites - no mau sentido da palavra.  

Com pouco mais de uma hora de apresentação, vaias ecoaram na Fundição Progresso. O grupo se recusava a voltar para o bis - frustrando aqueles que esperaram mais de oito anos para vê-los em solo carioca. Um final melancólico para a tão sonhada noite de reencontro com um dos maiores nomes do pós-punk mundial. Da banda original, sobraram apenas Ian McCulloch e o guitarrista Will Sergeant - curiosamente, os dois integrantes que iniciaram o projeto no ano de 1978, quando ainda se apresentavam com um duo.  


Desde os primeiros minutos, a insatisfação de Ian McCulloch era evidente. Atordoado com o que estava ouvindo, o líder do Echo & The Bunnymen se dividia entre o microfone e seu assistente de palco. Ao todo, foram três músicas dedicadas ao roadie - com conversas ao pé do ouvido e dedos apontados para o retorno de voz. Com tantos problemas técnicos iniciais, não é exagero afirmar que o grupo acabou fazendo uma passagem de som (soundcheck) durante a apresentação. 


Mesmo que a qualidade de som não fosse das melhores, ninguém poderia reclamar do repertório. Pérolas classudas como "Over The Wall" ou "Bring On The Dancing Hearts" estavam lá; assim como a manjada versão para "People Are Strange" dos Doors; e mais algumas de seu mais novo - e ótimo - disco. Na tentativa de superar todos os percalços técnicos e uma banda apática, alguns fãs até que cantaram alto músicas como "Seven Sea" - do excelente Ocean Rain (1984) - e "The Killing Moon". Mas era tarde. Ian McCulloch já tinha jogado a toalha com meia hora de apresentação. 

Game over para os fãs.

Foto: Guilherme Carvalho