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quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Boa música e superação! Memora mostra no Rock in Rio a realidade da cena independente

Rafael Lima, da banda Memora: carisma no show do Rock in Rio (Foto: Adriana Vieira)
Por Bruno Eduardo

"Qualquer banda do mundo quer tocar no Rock in Rio", disse por telefone o guitarrista do The Offspring, Noodles, em entrevista a este jornalista. Estamos falando de uma banda que já vendeu milhões de discos no planeta, que tem três décadas de estrada e todas as mordomias possíveis para se apresentar num festival renomado. Imagine então, a emoção de um artista independente, que precisou conquistar o direito de ter seu nome incluso no line up após vencer um concurso de bandas mega concorrido. É aí que entra a Memora, banda carioca, que está prestes a lançar o seu primeiro disco full - produzido por Felipe Rodarte (o mesmo que trabalhou com um par de bandas da nova geração, incluindo o ótimo "Brutown", do The Baggios, recentemente indicado ao GRAMMY latino). 

O sonho de tocar num dos maiores festivais do mundo começa antes mesmo da banda conseguir subir no palco. Mas a concretização não vem de graça para uma banda como a Memora. Escalada para se apresentar no Palco Disctrict, o grupo carioca já tinha noção de seu desafio. E precisariam dar sangue e suor para conquistar a atenção do público, que estava lá para andar de tirolesa, roda gigante, comer pastel, jogar games, tirar selfies, e, sobrando um tempinho, ouvir músicas conhecidas (com as de Bon Jovi e Tears For Fears, que tocariam no mesmo dia). 
Drenna Rodrigues, da banda Drenna, participou do show da Memora (Foto: Adriana Vieira)
Com muita raça e boa presença de palco, a Memora justificou sua inclusão no line up com um show de banda grande. A simpatia do vocalista Rafael Lima é outra boa arma que o grupo tem ao vivo. "Quem disse que roqueiro não mexe o corpinho?", questionou, antes de tocarem a suingada "Sede do Peixe", uma das melhores do repertório. Que ainda teve a pancada "Do mesmo Céu, Do mesmo Chão" e algumas versões espertas para fisgar o público, como "Calibre" dos Paralamas do Sucesso, e uma pouco mais funcional de "Metamorfose Ambulante", do rei Raul Seixas. O show ainda teve seu momento de "juntos somos fortes" com a presença da cantora e guitarrista Drenna Rodrigues, que aproveitou para mostrar uma faixa de sua banda, Drenna, e pediu direitos iguais entre os gêneros na música "Ela Vai Chamar sua Atenção".

O problema é que, diferentemente do que deveria ser, a estrutura técnica dada ao show da Memora - um expoente do rock nacional - foi digna do pior que o underground possa oferecer. Os caras não tiveram direito a uma passagem de som digna, nem uma apresentação por parte da produção. O grupo teve de se contentar em subir no palco com o pior som testemunhado por este repórter em todos os dias de festival. Para ter uma ideia do drama, os PA's na primeira música encontravam-se fechados e era impossível escutar a voz de Rafael Lima, que fazia esforço para ser compreendido pelo público. Para completar o tratamento "primeira classe" (trocadilho com o transporte especial do festival), eles tiveram ainda o seu show podado (três músicas cortadas), e mesmo com o pedido do público para que tocassem mais uma canção, eles foram obrigados a deixar o palco - e assim, impedidos de tocar sua canção mais popular entre os fãs ("Ela"). 
O baixista Lucas Lima faz pose para nossa fotógrafa (Foto: Adriana Vieira)
Após o show, conversamos com a banda, que em nenhum momento falou sobre as dificuldades técnicas que viveu no palco. Afinal, eles estavam felizes com a oportunidade de cravar seu nome na história do festival e apresentar suas músicas para um público novo. Mas, que fique aqui registrado, que o rock precisa de renovação o quanto antes. E isso não fica restrito apenas aos artistas. Para que isso aconteça, cabe aos profissionais envolvidos, uma maior atenção ao produto e - principalmente - cuidado com o novo. Não adianta ter palco Rock in Rio, se a condição técnica dada é digna de um bar underground. De uma coisa é certa, a Memora apresentou no Rock in Rio a realidade da cena independente, vivenciada pela esmagadora maioria das bandas de rock no Brasil inteiro. E deixou o seu recado.

Cobertura #rockinrio2017
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sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Confirmada no line up do Rock in Rio, Memora será representante da cena independente carioca

Foto: Divulgação (Clara Fotografia)
Por Bruno Eduardo

O Rock in Rio está chegando e muita gente já vive a ansiedade de poder conferir alguns dos maiores nomes da música mundial, como Aerosmith, Guns N'Roses, The Who e Red Hot Chili Peppers. Mas em um line up recheado de medalhões, a boa é também ficar atento às novas alternativas que a produção reservou nos quatro cantos da nova Cidade do Rock. Uma delas é a banda carioca Memora, uma das últimas atrações confirmadas para o festival e que se apresenta no dia 22 de setembro - mesmo dia de Bon Jovi e Tears For Fears. 

Em entrevista exclusiva ao Rock On Board, o vocalista Rafael Lima falou da emoção em tocar no festival, do qual ele define como "realização de um sonho", ainda mais por ser dentro do Rio de Janeiro, cidade da banda, que foi formada em 2012 e que conta com Rafael Lima (Voz, Guitarra), Rod Xavier (Guitarras, Vocais), Filipe Lima (Baixo e Sintetizadores), William Mardônio Jr. (Bateria e Loopers).
"É uma satisfação tocar no maior festival do mundo dentro de casa. É aquele festival que a gente passava na porta ou entrava como público mesmo, e sonhava, muito remotamente, que algum dia pudéssemos fazer parte disso. A ficha demora a cair. É uma conquista pessoal muito grande".
Para chegar no Rock in Rio, a banda precisou superar a concorrência ao participar de um festival universitário (FMU), de qual saiu consagrada por público e especialistas, incluindo Liminha, que rasgou elogios ao grupo carioca:
"Muito boa essa banda. Não sei por onde eles estavam andando que eu ainda não tinha ouvido falar deles. Estavam escondidos em algum lugar".

Inserida num movimento de bandas que vem fazendo bastante barulho no circuito carioca, principalmente debaixo dos holofotes do Rio Novo Rock, festival de rock independente que acontece no Imperator, a Memora vai ser a voz representante desse nicho repleto de outros bons expoentes, como Drenna, Stereophant, Kapitu, Pessoal da Nasa, Nove Zero Nove e Facção Caipira.
"Tocar no Rock in Rio representa carregar toda uma galera que está na rua trabalhando. A gente vai poder falar para esse público gigante, que existem muitas bandas como a gente no Rio trabalhando com afinco, qualidade e vontade. Tem muita gente boa e queremos dar esse recado, que é muito importante as pessoas prestigiarem o novo".
Banda se apresenta em novo ambiente do Rock in Rio

Esse ano o Rock in Rio vai estrear um novo ambiente. É a Rock District, que será representada como um bairro, cheio de estilo, dentro da Cidade do Rock. Neste espaço, haverá a Famestreet e um novo palco onde artistas nacionais vão relembrar grandes sucessos que já passaram pelos palcos do Rock in Rio, como Dinho Ouro Preto, Evandro Mesquita, Rogério Flausino e George Israel. A Memora se apresenta no dia 22 de setembro e vai dividir palco com o líder da Blitz, Evandro Mesquita & The Fabulous Tab, além da tradicional Rock Street Band.
"Entrar no site do festival e ver o nosso nome lá, junto com outras bandas que você admira... A ficha realmente não caiu! Todo dia a gente entra no site para ver se realmente é o nosso nome que está lá. É algo muito especial e que vai ficar marcado para sempre na história de nossas vidas".
Banda está com disco novo no forno

Além da alegria em poder participar de um dos maiores festivais de música do mundo, a Memora tem outro bom motivo para comemorar. Vem por aí um novo trabalho e que conta com a produção de Felipe Rodarte no cultuado estúdio Toca do Bandido. De acordo com Rodarte, o novo disco da Memora está a todo vapor e será marcado pela energia do grupo. Ele acredita que o trabalho será baseado numa atmosfera pop, conseguindo atingir um público não tão segmentado, como o de rock mais tradicional. 
"Optei por trazer a essência da banda. A Memora tem uma coisa de levada e groove muito forte e um pouquinho de blues também. Além da influência de música negra fortíssima. A gente tem trabalhado nesse sentido de trazer esse lado pop deles".
As influências do novo disco, de acordo com o produtor, passam por nomes como Steely Dan e Lulu Santos, fase inicial da carreira. E passeia entre o soft rock e o rock fusion, com guitarras que lembram o consagrado Jeff Beck.
"É um disco bem interessante e que vai alcançar um público bem amplo", acredita. Enquanto isso não acontece, que tal você conferir a Memora no Rock in Rio ou assistir ao clipe deles abaixo? Vale à pena.


sexta-feira, 6 de maio de 2016

Memora e Versalle em noite de consagração no Imperator

Foto: Amanda Respicio
Memora contou com apoio da galera em show enérgico
Por Bruno Eduardo

O Imperator recebeu um ótimo público nesta quinta-feira, para a edição mensal do Rio Novo Rock. No entanto, é necessário deixar registrado que em quase todas edições que contam com uma banda "de fora", há uma significativa debandada do povo após o primeiro show - que no caso, é da banda local. Isso vem ocorrendo sintomaticamente, e com exceção do Far From Alaska (que inclusive está confirmada para voltar ao Imperator no dia 13 de julho), todos os outros grupos convidados sofreram com esse esvaziamento da plateia. É uma pena, pois as escolhas das bandas convidadas pelo Rio Novo Rock até agora foram ótimas, e essa proposta da produção só ajuda a criar um circuito mais vívido entre as diversas cenas do rock nacional. Vamos fortalecer galera! 

Com o público nas mãos, a Memora não precisaria se esforçar muito para conseguir sua aclamação popular. Mesmo assim, o quarteto subiu no palco do Imperator como se esse fosse o último show da vida. A noite começou com a contagiante "Do Mesmo Céu Do Mesmo Chão", que resume de forma precisa a proposta do grupo em misturar rock, funk, soul e pop. Olhando de forma bem superficial a atual cena carioca, podemos dizer que eles são um dos poucos que se aventuram nessa trincheira de unir groove com riffs cheios de distorção sem perder o foco no pop. Um bom exemplo desse caldeirão sonoro é "Não Alimente o Medo" que começa num riff à la Tom Morello e descamba para uma levada suingada - com direito ao melhor solo de guitarra da noite (de Rafael Lima). Embora a Memora se classifique como uma banda de dois vocalista, é o vozeirão de Rafael Lima que se destaca em quase todas as canções. Outra coisa que funciona legal nesse show da Memora é a utilização de teclados / sintetizadores - agora uma novidade no som da banda. Com um novo disco sendo preparado, o elemento deverá ganhar um upgrade interessante e merece ser melhor trabalhado. Nesta noite, a utilização do novo ingrediente acabou arredondando a mistureba e preencheu alguns "supostos" vazios - tornando as músicas ainda mais dinâmicas ao vivo. Isso ficou evidente em "Idílio" e, principalmente, "Será Que Só Eu". Já o lado pop da Memora chegou forte na melodia cativante de "Como Você Me Vê", com público cantando o refrão e balançando os braços de um lado para o outro. Nessa música, vale destacar também o solo blues - enxertado de drive - do guitarrista Rod Xavier. Para finalizar, o hit pronto "Ela" - que recebeu o apoio do guitarrista do Verbara, Iuri Nascimento - e uma versão orquestral de "Quando Tudo For Pra Sempre", com direito a um trio de cordas clássicas (com violinos e violoncelo). Memora(vel)!  

Foto: Amanda Respicio
Criston Lucas do Versalle em momento solo com sua guitarra
Sorte de quem ficou. Com um notório esvaziamento do local, a Versalle pode não ter contado com o mesmo apoio popular da Memora - se bem que no início da apresentação, até havia um público razoável no local, inclusive com a presença de alguns mais animados em frente ao palco (que abriam rodas até em canções lentas, como "Verde"), mas com o decorrer do show, a presença da galera diminuiu de forma considerável -, no entanto, a banda de Rondônia é muito convicta e parece não se importar. Afinal, os quilômetros rodados Brasil adentro fazem a diferença para um show coeso e que surpreende pela uniformidade do repertório - com exceção de um cover dispensável da Legião Urbana ("Ainda é Cedo"). Mesmo que algumas faixas de seu disco de estreia, Distante em Algum Lugar, soem quase sempre como um misto do rock cabeça de grupos como Los Hermanos e Scalene, elas crescem principalmente nos momentos de maior punch. Isso acontece logo no início em "Marte", e no rock sacolejado de "Modelo Adequado", que funciona de forma magistral ao vivo. Em "O Que Fazer", o peso rola solto e as guitarras enchem de distorção os quatro cantos do Imperator. Já o lado inspirado do quinteto surge nos belos arranjos e solo de guitarra space rock de "A Saudade". O mesmo ocorre em "Dúvidas", com instrumental que faz ode ao progressivo em execução divina do grupo. Como vem se tornando costume nos shows do Rio Novo Rock, o público invadiu o palco em "Mente Cheia" e deu trabalho aos seguranças. Lógico que há tradição em alguns eventos e bandas que incentivam o Stage Dive (Mosh), e outras que convidam a galera (como a Dona Cislene na edição passada), mas subir no palco para fazer selfie é algo a se questionar. Lembrando que no palco há equipamentos que podem ser danificados ou modificados por qualquer contato físico, levando o risco de influenciar negativamente na performance. Empolgação sim, mas com responsabilidade galera. Mesmo assim, o pessoal da Versalle não reclamou e terminou sua apresentação nos braços da garotada.

Foto: Amanda Respicio
Público invade o palco do Imperator no fim do show da Versalle
Após um ano e meio com 22 edições, 45 bandas, 22 DJs e um público aproximado de 10.000 pessoas, o Imperator Novo Rock se consolidou como o mais importante evento do rock independente do Rio de Janeiro. É com esse legado, que agora em 2016, o projeto se lança como Rio Novo Rock (RNR). Na nova fase, o evento expande seu conceito, que é apresentar e valorizar o trabalho autoral de novos artistas do rock, e amplia o diálogo com bandas de todo o Brasil.

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Imperdível! Rio Novo Rock recebe as bandas Versalle e Memora

Foto: Divulgação
Versalle mostrará canções de seu novo disco no palco do Rio Novo Rock
Na próxima quinta-feira (05), às 20h, o palco do Imperator vai ter o privilégio de receber a quinta edição deste ano do Rio Novo Rock. De Rondônia, a Versalle traz seu rock alternativo que encantou o público na edição de 2015 do programa de TV, Superstar. A banda também foi uma das atrações do festival Lollapalooza 2016, e espera poder mostrar no RNR, músicas de seu mais recente álbum, ‘Distante Em Algum Lugar’. Considerada um dos principais expoentes do novo cenário carioca, a Memora pretende balançar o público com sua mistura de rock, pop, funk rock e alternativo. A banda se prepara para gravar o disco de estreia no estúdio Toca do Bandido (RJ) e lançou dois singles "Ela" e "Sede do Peixe". O clipe da música "Ela" passa das 10 mil visualizações.

No intervalo dos shows o nível continua alto, com o DJ Jairo Venancio, trazendo suas fortes influências de house, electro e techno, sempre com muito groove. Já as projeções em vídeo ficam a cargo do VJ Chico Abreu, que já apresentou suas imagens na Bahia (Universo Paralello) e em Santa Catarina (Green Valley).

Após um ano e meio com 22 edições, 45 bandas, 22 DJs e um público aproximado de 10.000 pessoas, o Imperator Novo Rock se consolidou como o mais importante evento do rock independente do Rio de Janeiro. Foi com esse legado, que agora em 2016, o projeto se lançou como Rio Novo Rock (RNR). Na nova fase, o evento expande seu conceito, que é apresentar e valorizar o trabalho autoral de novos artistas do rock, e amplia o diálogo com bandas de todo o Brasil.

“O RNR cumpre um importante papel de apresentar o novo. A nova cena do rock carioca, muito forte, tem o festival como referência. E essa característica do evento já reverbera em outras partes do Brasil. Por isso, percebemos que o caminho deve ser o de promover o intercâmbio da cena do Rio com outros artistas do cenário nacional do rock”, comentou Paulo Lopez, organizador do RNR.

Foto: Divulgação
Memora promete sacudir o público com músicas cheias de energia
RIO NOVO ROCK
Bandas: VERSALLE E MEMORA
Data: 05 de maio, quinta-feira
Local: Imperator – Centro Cultural João Nogueira
Endereço: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier
Horário: 20h
Ingressos: 1º lote pista: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia) / 2º lote pista: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)
*Meia-entrada válida também com 1kg de alimento.

CLASSIFICAÇÃO: 16 anos

terça-feira, 28 de julho de 2015

Nesta sexta, o grupo carioca Folks lança seu disco de estreia no Imperator

Foto: Rodnei Rosa

Por Bruno Eduardo

Um dos principais expoentes da nova cena rock do Rio de Janeiro, o Folks faz o show de lançamento de seu primeiro - e ótimo - álbum (“Folks”) nesta sexta-feira (31), no Imperator. Formado por Sérgio Sessim e Paulinho Barros nas guitarras, Vitor Carvalho no baixo, Ygor Helbourn na bateria e Kauan Calazans no vocal, o grupo vem conquistando a adoração do público e o respeito dos críticos. O álbum foi produzido por Felipe Rodarte e gravado na Toca do Bandido, um dos mais cultuados estúdios do país. 

Folks, o disco
No que também pode ser considerado uma viagem de volta ao rock rústico dos anos setenta, o homônimo álbum desta banda carioca é nada mais, nada menos do que uma bolacha de puro rock n' roll repleta de riffs e solos de guitarra crocantes. Já o vocal despojado de Kauan Calazans dá um atrativo diferente à proposta - e em alguns momentos remete muito ao que o Cachorro Grande mostrou no início da década passada. Além da boa musicalidade, o trabalho conta também com uma mixagem sagaz, que tratou de deixar as guitarras no talo e com um som menos genérico. [confira a resenha do disco AQUI].

O show
Entre as músicas que estarão no repertório, destaque para a candidata a hit de verão "Muito Som" e para as versões de "Não Me Mande Flores", do DeFalla. Outra faixa que merece atenção é "Para o Grande Amor" do guitarrista e produtor Peu Souza (ex-Pitty). A banda Memora abre a noite, que terá também como DJs: Eliza Schinner (Nove Zero Nove) e Leandro Souto Maior (Fuzzcas). O show conta com o apoio do site Rock On Board.



FOLKS NO IMPERATOR 
Data:: 31 de julho, 20h
Local: Imperator - Centro Cultural João Nogueira 
Endereço: Rua Dias da Cruz, 170 - Méier. RJ
Ingressos à venda no local e no site Ingresso.com