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sexta-feira, 4 de março de 2016

Confirmou! Limp Bizkit toca no Espaço das Américas, em SP

Foto: Divulgação

Agora é oficial: o Limp Bizkit volta ao Brasil em maio. A informação, antecipada pelo jornalista José Norberto Flesch, foi confirmada pela produtora responsável da turnê do grupo na América Latina. Será apenas um show no Brasil, e acontece no dia 26 de maio em São Paulo, no Espaço das Américas. As vendas começam no próximo dia 8, pelo site da Ticket 360. Além do Brasil, a banda também confirmou shows na Argentina e no Chile. A última vez que o Limp Bizkit veio ao Brasil foi no festival Monsters of Rock, em 2013 [saiba como foi AQUI]. Na época, eles divulgavam o álbum Gold Cobra, lançado 2011. A banda afirma que já está em processo final de gravação de seu novo disco de estúdio, que terá o título de Stampede of the Disco Elephants.

sábado, 19 de outubro de 2013

Limp Bizkit promove pula-pula no Monsters Of Rock 2013

Foto: Midiorama

Por Bruno Eduardo

Na época em que o nu-metal rodava o planeta como a nova sensação do rock, o Limp Bizkit foi acusado de banalizar o gênero – com vocais despojados (beirando o ridículo) e covers improváveis.  Prevendo a iminente extinção do estilo – que virara moda no final dos anos noventa -, os principais expoentes do movimento pularam fora do barco e nadaram em direção à praias mais alternativas - ao contrário, lógico, do grupo liderado por Fred Durst. 

O fato, é que a limitação musical de seus integrantes somada à comodidade de ter vendido 33 milhões de discos, impediu que o Limp Bizkit fizesse qualquer migração sonora. Não houve evolução – nem artística, muito menos de propósito – em mais de uma década

Enquanto ‘Stampede Of The Disco Elephants’ não é lançado [eles prometeram novo álbum para 2014], a banda apresentou um inalterável número, baseado principalmente no seu terceiro trabalho – o multiplatinado ‘Chocolate Starfish And the Hot Dog Flavored Water’ (lançado em 2000). E quem diria? Hoje à frente de um público mais hormonal, a jogada – embora manjada - funcionou, e a ultrapassada cartilha caiu de forma adequada para a molecada presente na Arena Anhebi

Um dos termos que mais marcaram o nu-metal (“fuck”) veio numa seqüência hit combo logo no início do show – em “hot dog”. Já o ritmo cheio de groove, presente em músicas como “Rollin” e “My Generation”, fez por promover um pula-pula interminável – que só chegou ao fim na última canção. Após o hit maior “My Away”, houve ainda um momento curioso, onde a banda disparou vários trechos de covers; começou com Metallica, passou por Megadeth, Guns N´Roses, Iron Maiden, e chegou na versão estendida de “Smells Like Teen Spirit” do Nirvana, e uma íntegra de “Killin in the Name Of”.

“Eu amo Rage Against The Machine!” – disparou Fred.

“Faith”, de George Michael; a trilha sonora do filme Missão impossível, "Livin’ it Up, My Wat Take A Look Round”; e "Break Stuff" - sucesso do álbum Significant Other - fizeram por finalizar a aplaudida apresentação.  

[Matéria publicada originalmente por Bruno Eduardo no Portal Rock Press]