• Pearl Jam, The Killers e Red Hot Chili Peppers são atrações confirmadas
  • Um resumo da cobertura Rock in Rio em 20 fotos lindas e 20 fatos marcantes
  • Saiba tudo sobre os shows de Foo Fighters e QOTSA no Brasil
  • Leia a resenha de "Desaturating Seven", novo disco do Primus
  • O guitarrista Kennedy Brock falou sobre o novo disco e shows no Brasil
Mostrando postagens com marcador Fantômas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Fantômas. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Dead Cross: nova banda de Mike Patton e Dave Lombardo libera faixa inédita

Foto: Divulgação
Formação do Dead Cross com Patton, Crain, Lombardo e Pearson
Mike Patton e Dave Lombardo estão juntos em nova parceria. A banda leva o nome de Dead Cross, e conta também com o baixista Justin Pearson e o guitarrista Michael Crain, ambos do grupo Retox. Essa é a segunda vez que Patton e Lombardo assinam um mesmo projeto. Em 1999 eles se juntaram para formar o Fantômas, banda de grindcore / experimental que também contava com Buzz Osborne do Melvins. Lombardo, que esteve no Brasil recentemente como baterista da nova turnê do Suicidal Tendencies, lançou 4 álbuns com o Fantômas antes de retornar ao Slayer. Desta vez, foi o baterista que convidou Patton a se juntar ao projeto, que inclusive, será lançado pelo selo Ipecac Recordings, dirigido pelo vocalista do Faith No More. Em entrevista ao site Rolling Stone, Patton disse ter sido pego de surpresa pelo convite, mas não pensou em recusar. Para o vocalista, o debut do Dead Cross é um disco de hardcore tradicional, que ele realmente gostaria de poder cantar. Ele completa:
É muito apontado, direto e visceral. De certa forma, isso me lembra coisas que nós todos amávamos quando éramos adolescentes. Tipo bandas como Accüsed, Deep Wound ou Siege, coisas que eram apenas brutais, intransigentes e diretas ao ponto.
Oficialmente, o disco de estreia do Dead Cross tem data de lançamento prevista para o dia 4 de agosto. Ele foi produzido pelo renomado Ross Robinson e o título do disco é homônimo. Para ajudar na divulgação, a Ipecac liberou a inédita "Grave Slave" - que pode ser ouvida AQUI.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Rock Out 2014: festival chileno confirma Fantômas, Primus, Devo e Thurston Moore


O festival chileno Rock Out anunciou nesta manhã as bandas internacionais que farão parte de seu line up principal. Através da página oficial do facebook, a produção confirmou os nomes de Primus, Devo, Fantômas e Thurston Moore. 

Considerado um dos expoentes da new wave, o Devo encerrou um hiato de 20 anos sem lançar um novo disco em 2010, com Something for Everybody. Recentemente, o grupo perdeu o baterista Alan Myers e o membro fundador Bob Casale. Já o Primus  se prepara para lançar seu oitavo disco de estúdio, ‘Primus and the Chocolate Factory with the Fungi Ensemble’ - que homenageia o clássico do cinema: "A Fantástica Fábrica de Chocolate", de 1971. O álbum tem lançamento previsto para o dia 21 de outubro, e também será lançado em vinil cor de chocolate - bilhetes dourados serão inseridos aleatoriamente em cinco LPs. 

Em entrevista exclusiva ao Rock On Board, o baterista Dave Lombardo do Fantômas falou sobre a possibilidade de tocar na América do Sul esse ano [leia a entrevista AQUI]

O Rock Out acontece no dia 6 de dezembro em Santiago.

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Em exclusiva ao Rock On Board, Dave Lombardo fala sobre Slayer, Fantômas e Philm

Foto: Dave Lombardo

"Fui Maltratado no Slayer!"


Por Bruno Eduardo


Dave Lombardo, o eterno baterista do Slayer, chega ao Brasil para uma série de dez apresentações. Atualmente ele é integrante da banda Philm, que tem um novo disco na praça, e ensaia uma volta aos palcos com o Fantômas - que vem sendo sondado por produtoras da América do Sul. Em exclusiva ao Rock On Board, Dave falou sobre sua carreira, sobre os show no Brasil, e como é ser considerado um dos maiores bateristas de todos os tempos.


Dave, fale sobre os workshows você vai apresentar no Brasil. Como surgiu a idéia? 


Fui contactado pelo Felipe Mascarenhas (Rock Free Day) para fazer uma turnê clínica no Brasil. Eu fiquei muito animado com a oportunidade, porque eu vou poder passar mais tempo do que o normal no país. Eu sempre tive um grande apoio dos fãs no Brasil, e ter a capacidade de passar um tempo com eles compartilhando conhecimento é algo incrível na minha vida. Os workshows possuem um formato muito aberto e espontâneo. Vou tocar algumas músicas, fazer alguns solos e, em seguida, abrir espaço para um Q & A ... e depois tocar um pouco mais. Vai ser um grande momento! 


Na minha opinião, esses eventos são uma maneira muito imediata para os fãs poderem interagir com seus ídolos - mesmo que a acessibilidade às mídias sociais como Facebook, Twitter, etc tenham ajudado a diminuir esse distanciamento. Isso ainda se faz importante para você? 


Sim, é muito importante. Os fãs têm me permitido ganhar a vida fazendo o que eu mais amo. É uma sensação incrível poder passar um tempo com eles e tirar suas dúvidas. Eu amaria poder ter essa chance de um dia ter testemunhado alguma clínica dos meus bateristas favoritos, ou por ter tido a chance de me comunicar com eles, mesmo que online. Ter estas diferentes plataformas de conhecer alguém que te inspira não é apenas emocionante, mas oferece um pouco de clareza sobre quem eles realmente são. 


Você é grande referência para bateristas consagrados como Iggor Cavalera e Joey Jordison. Como você lida com isso hoje? 


Eu sei tanto de Igor e Joey ... ambos são muito talentosos bateristas. Sou honrado por ser considerado uma referência para eles. Para lidar com isso, eu me comprometi a continuar melhorando sempre. Eu fico mais criativo possível e estou sempre em atividade. Espero poder continuar a ser uma forte referência para muitos anos vindouros. 


Como você vê essa nova geração de bateristas? 


Bem, há definitivamente alguns bateristas qualificados lá fora. Mas no estilo que eu sou mais conhecido, há poucos que se mantém fiel no que eu considero ser o melhor para a arte. Os computadores assumiram. Gostaria que mais bateristas aprendessem da mesma maneira que eu... pelo jeito difícil. Você tinha que manter o tempo natural, tinha que ser realmente conciso. Os Bells e assobios definitivamente vêm a calhar, mas as drum machines não têm alma. 


Não podemos fazer uma entrevista como esta sem falar sobre Slayer, podemos?


Claro que podemos! (Risos)


Falando especialmente sobre a sua súbita 'partida' da banda no ano passado, e aproveitando que agora a poeira baixou um pouco, como você diria que Dave Lombardo foi tratado nesse caso? 


Diria que ele foi maltratado durante todo o período que esteve de volta à banda! Mas nós não podemos voltar atrás, então por que olhar para trás? 


E qual é o status do Fantômas hoje? Ouvi rumores de que a banda pode tocar na América do Sul este ano.  


Eu ouvi esses mesmos rumores. Eu adoraria que isso acontecesse. Até onde eu sei, nada está confirmado na América do Sul ainda. Falei com Mike Patton recentemente, mas não temos nada agendado para a banda até o momento. 


Por falar em Fantômas, em uma entrevista antiga, Mike Patton disse que o álbum Suspended Animation é extremamente difícil de ser tocado ao vivo por qualquer banda. Você acha que, de todos os álbuns que você gravou na sua carreira, este é o mais difícil de tocar ao vivo? 


É absolutamente o mais difícil! Concordo plenamente com Mike. E aproveito para dizer que eu amo esse álbum. 


Gostaria que você falasse da experiência em tocar no PHILM. Como é um projeto tão diferente do que você fazia em outras bandas, podemos dizer que ele representa todos os desafios específicos que você procura na carreira? 


Cada projeto é extremamente diferente, e me desafia de alguma forma nova e interessante. PHILM é um projeto muito agradável para mim. É algo que vem rolando na minha cabeça por anos. Há uma liberdade com esta banda. Não temos regras ou limites. Nós escrevemos o que sentimos sem levar em conta o que é popular ou esperado. O maior desafio é encontrar um público que ouve com a esperança de descobrir algo novo e inovador. Não apenas aqueles que querem apenas encontrar mais uma banda de trash metal. Quando eu ouço novas bandas, a maneira mais rápida de me desligar é tocar algo familiar.


Inclusive há um segundo álbum, não é isso? O que você pode dizer de "Fire From The Evening Sun"? 


Fire From The Evening Sun é um álbum muito emocionante. Ele tem 12 músicas. Não há muitas improvisações como em nosso primeiro álbum. Ele tem uma sensação mais estruturada. Nós exploramos muitos estilos musicais de Thrash, Funk, Punk, e vários outros. É um álbum muito pesado tanto melodicamente quanto liricamente. É um trabalho único, mas que ao mesmo tempo soa muito familiar. Fãs de Thrash vão ouvir o que eles perderam de mim, mas aqueles que procuram algo diferente, poderão apreciar os riscos que corremos. 


E como Dave Lombardo faz dele mesmo um um baterista melhor? 


Estou constantemente aprendendo. Lanço-me em novas oportunidades todos os dias. Eu me desafio constantemente. Eu acredito que é assim que você se torna melhor; Nunca tornar-se complacente. 



+Rock On Board na sua timeline
Curta a nossa fã page no facebook e siga @rockonboard no twitter e instagram.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Dave Lombardo fará Workshops no Brasil


Dave Lombardo, um dos bateristas mais conceituados do rock, estará no Brasil entre agosto e setembro promovendo workshops. A Rádio Rock Freeday anunciou que ainda há 8 datas a serem preenchidas entre o fim de agosto e o início de setembro, e que os produtores interessados podem entrar em contato com Felipe Mascarenhas e Alexandre Afonso (ver contatos abaixo). Dave Lombardo é conhecido por ter feito parte do Slayer, e por ser baterista oficial do Fantômas (projeto paralelo de Mike Patton). Cubano de nascença, Dave migrou para os Estados Unidos, onde fez parte do Slayer - ele saiu da banda em 2013. Atualmente ele é integrante da banda Philm.
Contatos:
Alexandre Afonso
contato@rockfreeday.com.br / rockfreeday@gmail.com
Tels: 55 71 8874 7900 / 55 71 9295 9471