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quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
Diversificado e coeso, 'Ømni' é o melhor disco do Angra dos últimos 12 anos
"Ømni"
EarMusic; 2018
Por Lucas Scaliza
A banda brasileira Angra, uma das principais referências em metal melódico do mundo e que sempre foi exemplo de como misturar heavy metal e influências regionais (no caso, os diversos ritmos brasileiros) passou os últimos dez anos perdida em clichês ao mesmo tempo em que tentava agregar novas influências, como o progressivo. O resultado foi uma sequência de álbuns irregulares e que tentavam emular muito mais o power metal europeu do que a identidade que a banda vinha construindo e reafirmando até a renovação com 'Rebirth' (2001).
Em 'Ømni', a banda enfim encontrou seu caminho e demonstra estar alinhada com o power metal de matriz europeia, lançando mãos de alguns clichês do gênero – como mostram as duas faixas introdutórias, “Light Of Transcendence” e “Travellers of Time”. Mas ainda assim, o Angra consegue trazer uma diversidade suficiente para fazer de 'Omni' um álbum mais conciso e que aproveita cada canção para mostrar algo diferente.
“Black Widow’s Web” é uma das melhores faixas do álbum, com Sandy (sim, a irmã do Júnior, filha do Durval de Lima, ou Xororó) cantando nas passagens de piano em contraste com Alissa White-Gluz, do Arch Enemy, que faz um gutural monstro. Faixa bem composta, que aproveita muito bem a dinâmica e cada convidado. “Insania” tem um refrão infalível e dá um belo espaço para o baixo de Felipe Andreoli brilhar na mixagem durante o segundo verso da canção. “Bottom Of My Soul” é mais uma vez Rafael Bittencourt tomando conta dos vocais. A canção poderia ser um hard rock bem anos 80, mas as orquestrações e a guitarra pesada cheia de distorção que marca cada mudança de acorde dão uma pompa mais metaleira e sinfônica a ela. Uma boa candidata a música que deve ficar ótima em formato acústico.
'Ømni' certamente não é um novo Angel’s Cry (1993) ou Rebirth, mas é o melhor disco da banda em anos e o faz com consciência. Pode não ser o mais original possível e com certeza não tenta ser o mais arriscado da discografia, mas cumpre o papel de trazer um pouco de cada coisa que o Angra fez bem em mais de 25 anos de estrada, com altos e baixos, em momentos em que estavam muito confiantes - como parece ser o caso de Holy Land (1996) até hoje um marco no metal mundial pela coragem e pelo primor na colagem da música brasileira com o metal e Temple Of Shadows (2004), seguramente o disco mais ambicioso da discografia – e quando precisavam de um produto que se adequasse a um certo tipo de público específico: o fã de metal europeu atual, acostumado com certos níveis de fritação guitarreira e bumbos duplos, vocais altíssimos e certo aspecto épico e fantasioso.
A fantasia entra em 'Ømni' pelo viés de suas letras e conceitos. Como a capa do álbum antecipa, com todos os elementos esotéricos e científicos se misturando a uma figura humana, trata-se de um disco conceitual que parte de 2046, quando uma tecnologia permite quebrar o tecido do tempo e conectar as consciências humanas (e todos os álbuns do Angra) de várias épocas diferentes, levando os humanos a um estágio mais evoluído.
Todo o processo de composição foi feito em Campos do Jordão, numa casa da família de Bittencourt, único representante da formação original do Angra. Depois, cada música foi gravada na Suécia com o produtor Jens Bogren, que já trabalhou com Moonspell, Sepultura, Opeth, Haken e diversas outras bandas do metal e do progressivo. Ou seja: o sueco manja dos paranauês. Difícil saber até onde a concisão estética de 'Ømni' foi trabalho dele ou consciência coletiva de Bittencourt e do resto da banda (visto que todos os integrantes estão creditados como compositores). No entanto, como Secret Garden (2015) também foi produzido por Bogren, fica a sadia impressão de que o Angra evoluiu como grupo em sua nova formação. Não musicalmente, pois mesmo em álbuns fracos a técnica nunca foi alvo de contestação, mas em termos de consciência de como um bom disco deve funcionar. Já que 'Ømni' tira o Angra do limbo e o coloca novamente em uma posição de destaque entre os ouvintes.
Jornalista e repórter fotográfico, é editor do site Rock On Board, repórter colaborador no site Midiorama e apresentador do programa "ARNews" e "O Papo é Pop" nas rádios Oceânica FM (105.9) e Planet Rock. Também foi Editor-chefe do Portal Rock Press e colunista do blog "Discoteca", da editora Abril. Desde 2005 participa das coberturas de grandes festivais como Rock in Rio, Lollapalooza Brasil, Claro Q é Rock, Monsters Of Rock, Summer Break Festival, Tim Festival, Knotfest, Summer Breeze, Mita Festival entre outros. Na lista de entrevistados, nomes como Black Sabbath, Aerosmith, Queen, Faith No More, The Offspring, Linkin Park, Steve Vai, Legião Urbana e Titãs.
quinta-feira, 10 de novembro de 2016
Mesmo com chuva, Hell in Rio foi uma celebração digna ao metal nacional
Foto: Nem Queiroz
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| Público se diverte em rodas de pogo no Terreirão do "Rock" |
Com uma proposta de apresentar apenas bandas nacionais e com uma estrutura de qualidade, o Hell In Rio fez sua estréia na Cidade Maravilhosa neste último final de semana. Ao todo foram dois dias de muitos shows (bons e de várias vertentes – do rock ao metal) num lugar que sempre foi reduto do samba, o Terreirão do Samba, localizado bem ao lado do então Sambódromo.
A estrutura não poderia ser melhor. O palco tinha uma distância e altura ótimas para o público e podia ser visto facilmente de qualquer lugar, além do som estar muito bom, quando era bem equalizado (no decorrer da matéria vamos falar sobre isso). O local contou com diversas tendas para comida a preços mais acessíveis do que os encontrados normalmente na rua, além da cerveja patrocinadora do evento por R$ 5,00. O espaço é amplo e cabem facilmente 15.000 pessoas, apesar da produção ter calculado em torno de 5.000 para cada dia. Por conta da chuva, daquelas que não dão trégua nem mesmo por 1 minuto, o primeiro dia do festival teve um público pouco abaixo do esperado. De acordo com a produção, tivemos em torno de 3.000 pessoas, e no segundo dia, quando a chuva resolveu ir embora, 4.000. Por ser um lugar pouco explorado para este estilo de som, sendo o primeiro evento de rock/metal a desfilar por aqui, até que o resultado de público foi razoável. A mobilidade urbana é excelente, bem próximo do metrô, trem e terminais de ônibus para todas as zonas da cidade. Realmente foi uma iniciativa importante para este estilo. Facilmente poderia se realizar shows maiores neste lugar.
Importante frisar que haviam muito banheiros disponíveis e tudo de fácil acesso assim como a entrada e saída do evento bem amplas. Até mesmo as tendas de emergência, que foram muito usadas por conta da bebedeira de alguns.
SÁBADO
O primeiro dia de festival foi marcado com muita chuva (mas muita mesmo!), o que deve ter deixado a produção um pouco apreensiva quanto ao público - que chegava muito lentamente ao local. Tanto que a primeira banda, a Reckoning Hour, tocou pontualmente as 16:30 (não houve atrasos nas apresentações desse dia!) e para poucos presentes. A banda apresentou uma boa performance, com destaque para a já conhecida, e excelente, "Eye For Na Eye". A Perc3ption veio em seguida e também sofreu com a falta de público, mas não fez feio. A banda possui um prog metal que agrada um público bem seleto, como na ótima "Surrender", e chegou a apresentar uma música do novo álbum “Magnitude 666” (muito boa por sinal), que mantém as características do grupo com destaque ao peso das guitarras.
Quando a chuva começou a dar uma trégua veio Satanico Dr Mao e os Espiões Secretos, que trocando em miúdos, é nada mais do que a lendária banda punk paulista Garotos Podres, e bem enfatizada por seu vocalista, e então remanescente - assim como o guitarrista Cacá. O som estava péssimo, alternando de volume a todo momento e muito mal equalizado. A guitarra também estava desafinada e faltou pegada punk ao baterista. Mesmo assim, clássicos não faltaram: "Papai Noel Velho Batuta", com direito a gorro de Natal com o Mao, "Anarkia Oi!" que fez muito marmanjo relembrar o punk dos anos 80, "Johnny", que na época da ditadura foi censurada, e ainda teve tempo para um som novo do ultimo álbum “Contra Coxinhas Renegados Inimigos do Povo” intitulada "Um grito em meio a multidão".
Foto: Nem Queiroz
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| Henrique Fogaça também é jurado do programa de TV, Master Chef |
Talvez faltem adjetivos para explicar o peso da apresentação do Claustrofobia. Já não é de hoje que o quarteto paulista apresenta um thrash metal violento e de qualidade inigualável. O grupo conseguiu fazer jus ao nome do festival com show 'infernal'. "General World Infection" e "Bastardos do Brasil" iniciaram o show com muita violência. Difícil também é o termo correto para definir o peso dos riffs, principalmente em faixas como "Metal or Die" ou na energética "Metal Maloka". Já o Dead Fish soou como a banda “diferente” do dia. Só que com mais de 25 anos de estrada, a banda não se afrontou e rapidamente impôs sua cartilha hardcore. O público se bateu (no bom sentido) e curtiu o show. Aproveitando-se das letras altamente politizadas, Rodrigo Lima não se conteve, e falou dos resultados da eleição para Prefeito da cidade. Foram 22 músicas sem qualquer intervalo, passando por praticamente toda a carreira do quarteto capixaba. "Urgência" deu início a pauleira e foi logo emendada com "Tão Iguais". Dos primórdios da banda, do álbum 'Sonho Médio' (1999) tivemos "Hoje", mas o grupo deixou de fora a ótima "Mulheres Negras". "Desencontros" agitou os mais 'paradões' e ainda tivemos "Proprietários do Fim do Mundo", que é o tipo de música que a letra sempre será atual, e a forte "Procrastinando", do último álbum (Vitória). O Dead Fish fechou o bom show com “Afasia”.
Foto: Nem Queiroz
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| Rodrigo Lima e seus saltos acrobáticos no show do Dead Fish |
DOMINGO
O segundo dia foi marcado com atrasos nas apresentações e muitos problemas técnicos na parte do som. Sem chuva, o público se mostrou mais presente desde cedo. O Hatefullmurder abriu o dia com peso e muitos guturais de Angélica Burns. A vocalista bate cabeça durante toda a apresentação e tem ótima sintonia com o público. Se Angélica agitou sem parar, os outros integrantes pareciam tímidos e poderiam entrar mais na vibe da vocalista. Mesmo assim, cações como "My Batlle" - conhecida por muitos presentes - e "Fear My Wrath" mostraram que a banda já está acostumada com grandes palcos. Na seqüência tivemos a Ekros, que mais pareceu uma reunião de amigos num revival de suas próprias músicas, e pior, com pouquíssimo ensaio. Não empolgou e muito menos pareceu fazer diferença. Na sequência tivemos o John Wayne e seu metalcore com ótimos vocais de Fabio figueiredo. Se não fossem os problemas técnicos que a banda enfrentou, a apresentação poderia ter sido muito boa. Mesmo assim, a banda conseguiu conquistar a curiosidade e admiração dos mais atentos. Sendo um show curto e de poucas músicas, vale destacar a derradeira: "Lágrimas".
Foto: Nem Queiroz
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| O vocalista Caio MacBeserra comanda o ótimo show do Project 46 |
"Trash Metal sim, White Metal é o c*****!" afirma com convicção Marcelo Pompeu, vocalista do Korzus em um show de tremer os ossos de tanto peso. Incrível ver o som pesado e coeso que as bandas, no auge dos seus 30 anos de carreira, conseguem executar. O batera Rodrigo Oliveira na cozinha com o baixo violento de Dick Siebert e as excelentes guitarras de Antonio Araujo e Heros Trech fazem o chão do Terreirão tremer. Talvez o show mais pesado do festival. Não faltam bons momentos do show, seja com o coro dos presentes em "Raise Your Soul", ou com o inicio enfurecido de "Never Die". "Vampiro", do último trabalho, define que a banda nunca será uma bandinha normal de metal. Qualidade e peso definem.
Foto: Nem Queiroz
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| O baixista Dick Siebert do Korzus num dos melhores shows do festival |
Foto: Nem Queiroz
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| Público na grade do Hell in Rio. Festival merece entrar no calendário da cidade |
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Jornalista e repórter fotográfico, é editor do site Rock On Board, repórter colaborador no site Midiorama e apresentador do programa "ARNews" e "O Papo é Pop" nas rádios Oceânica FM (105.9) e Planet Rock. Também foi Editor-chefe do Portal Rock Press e colunista do blog "Discoteca", da editora Abril. Desde 2005 participa das coberturas de grandes festivais como Rock in Rio, Lollapalooza Brasil, Claro Q é Rock, Monsters Of Rock, Summer Break Festival, Tim Festival, Knotfest, Summer Breeze, Mita Festival entre outros. Na lista de entrevistados, nomes como Black Sabbath, Aerosmith, Queen, Faith No More, The Offspring, Linkin Park, Steve Vai, Legião Urbana e Titãs.
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
Saiu a programação do Hell in Rio; confira os horários dos shows
Foto: Divulgação
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| Sepultura é uma das atrações principais do Hell in Rio |
Sábado
16h00 - Abertura dos portões
16h30 - Reckoning Hour
17h15 - Perc3ption
18h00 - Dr. Mao
18h45 - Oitão
19h45 - Claustrofobia
20h50 - Hibria
22h00 - Dead Fish
23h30 - Almah
01h00 - Sepultura
Domingo
14h30 - Abertura dos portões
15h00 - Hatefullmurder
15h45 - Eros
16h30 - John Wayne
17h15 - Project 46
18h10 - Velhas Virgens
19h10 - Korzus
20h30 - Angra
22h15 - Matanza
Os ingressos estão à venda pelo site da Ticket Brasil e também podem ser adquiridos em vários pontos autorizados no Rio de Janeiro e São Paulo. Mais informações no serviço abaixo.
Rio Rock Festival – Edição HELL IN RIO
Data: 05 e 06/11/16
Local: Terreirão do Samba – Praça XI
Abertura dos portões: Sábado às 16 horas | Domingo às 14 horas
Capacidade: 15 mil pessoas
Classificação etária: 16 anos
Ingressos Antecipados:
Inteira - R$ 160,00
Meia estudante - R$ 80,00
Meia Social (levando obrigatoriamente 1 KG de alimento) - R$ 80,00
Na hora:
Inteira - R$ 200,00
Meia estudante - R$ 100,00
Meia Social (levando obrigatoriamente 1 KG de alimento) - R$ 100,00
Passaportes Antecipados:
Inteira para os dois dias (Primeiro lote) - R$ 240,00
Meia para os dois dias (Primeiro lote) - R$120,00
Meia Social para os dois dias (levando obrigatoriamente 1 KG de alimento por dia) (Primeiro lote) - R$ 120,00
Passaportes na hora:
(venda somente durante o dia 05/11/2016)
Inteira para os dois dias - R$320,00
Meia para os dois dias - R$160,00
Meia Social para os dois dias (levando obrigatoriamente 1 KG de alimento por dia) - R$ 160,00
Pontos de venda autorizados:
Rio de Janeiro: Hard’n’Heavy (Flamengo), Sempre Musica (Ipanema), Rock For You (Duque de Caxias), Klein Tatoo (Resende), JKing Store (Nova Friburgo)
São Paulo: SP Rock (Galeria do Rock) e Joker (Galeria do Rock)
Rio Rock Festival – Edição HELL IN RIO
Data: 05 e 06/11/16
Local: Terreirão do Samba – Praça XI
Abertura dos portões: Sábado às 16 horas | Domingo às 14 horas
Capacidade: 15 mil pessoas
Classificação etária: 16 anos
Ingressos Antecipados:
Inteira - R$ 160,00
Meia estudante - R$ 80,00
Meia Social (levando obrigatoriamente 1 KG de alimento) - R$ 80,00
Na hora:
Inteira - R$ 200,00
Meia estudante - R$ 100,00
Meia Social (levando obrigatoriamente 1 KG de alimento) - R$ 100,00
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Inteira para os dois dias (Primeiro lote) - R$ 240,00
Meia para os dois dias (Primeiro lote) - R$120,00
Meia Social para os dois dias (levando obrigatoriamente 1 KG de alimento por dia) (Primeiro lote) - R$ 120,00
Passaportes na hora:
(venda somente durante o dia 05/11/2016)
Inteira para os dois dias - R$320,00
Meia para os dois dias - R$160,00
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Rio de Janeiro: Hard’n’Heavy (Flamengo), Sempre Musica (Ipanema), Rock For You (Duque de Caxias), Klein Tatoo (Resende), JKing Store (Nova Friburgo)
São Paulo: SP Rock (Galeria do Rock) e Joker (Galeria do Rock)
Jornalista e repórter fotográfico, é editor do site Rock On Board, repórter colaborador no site Midiorama e apresentador do programa "ARNews" e "O Papo é Pop" nas rádios Oceânica FM (105.9) e Planet Rock. Também foi Editor-chefe do Portal Rock Press e colunista do blog "Discoteca", da editora Abril. Desde 2005 participa das coberturas de grandes festivais como Rock in Rio, Lollapalooza Brasil, Claro Q é Rock, Monsters Of Rock, Summer Break Festival, Tim Festival, Knotfest, Summer Breeze, Mita Festival entre outros. Na lista de entrevistados, nomes como Black Sabbath, Aerosmith, Queen, Faith No More, The Offspring, Linkin Park, Steve Vai, Legião Urbana e Titãs.
terça-feira, 20 de setembro de 2016
Hell in Rio vai reunir Sepultura, Korzus, Angra, Project46, Dead Fish, entre outros
Foto: Divulgação ![]() |
| Korzus é uma das atrações do Hell in Rio, que acontece no Terreirão do Samba |
De acordo com a produtora responsável, a proposta do Rio Rock Festival é oferecer um evento de qualidade, com infraestrutura de ponta, e o intuito de movimentar, fomentar e apoiar o cenário heavy metal no país. A THC Produções visa apresentar um novo conceito, valorizando o rock nacional, reunindo nomes já consagrados, além de dar espaço para as grandes revelações do cenário underground.
“Em novembro, o calor no Rio de Janeiro é infernal e o nome HELL IN RIO surgiu justamente desta brincadeira com o já tão popular “Hell de Janeiro”, como os cariocas costumam chamar a Cidade Maravilhosa no verão. O público que vier curtir o evento vai se divertir com oito atrações por dia, além de comida e bebida a preços populares”, explicou Eduardo Chamarelli.
Os ingressos já estão à venda pelo site da Ticket Brasil e também podem ser adquiridos em vários pontos autorizados no Rio de Janeiro e São Paulo. Mais informações no serviço abaixo.
Rio Rock Festival – Edição HELL IN RIO
Data: 05 e 06/11/16
Local: Terreirão do Samba – Praça XI
Abertura dos portões: Sábado às 16 horas | Domingo às 14 horas
Capacidade: 15 mil pessoas
Classificação etária: 16 anos
Ingressos Antecipados:
Inteira - R$ 160,00
Meia estudante - R$ 80,00
Meia Social (levando obrigatoriamente 1 KG de alimento) - R$ 80,00
Na hora:
Inteira - R$ 200,00
Meia estudante - R$ 100,00
Meia Social (levando obrigatoriamente 1 KG de alimento) - R$ 100,00
Passaportes Antecipados:
Inteira para os dois dias (Primeiro lote) - R$ 240,00
Meia para os dois dias (Primeiro lote) - R$120,00
Meia Social para os dois dias (levando obrigatoriamente 1 KG de alimento por dia) (Primeiro lote) - R$ 120,00
Passaportes na hora:
(venda somente durante o dia 05/11/2016)
Inteira para os dois dias - R$320,00
Meia para os dois dias - R$160,00
Meia Social para os dois dias (levando obrigatoriamente 1 KG de alimento por dia) - R$ 160,00
Pontos de venda autorizados:
Rio de Janeiro: Hard’n’Heavy (Flamengo), Sempre Musica (Ipanema), Rock For You (Duque de Caxias), Klein Tatoo (Resende), JKing Store (Nova Friburgo)
São Paulo: SP Rock (Galeria do Rock) e Joker (Galeria do Rock)
Jornalista e repórter fotográfico, é editor do site Rock On Board, repórter colaborador no site Midiorama e apresentador do programa "ARNews" e "O Papo é Pop" nas rádios Oceânica FM (105.9) e Planet Rock. Também foi Editor-chefe do Portal Rock Press e colunista do blog "Discoteca", da editora Abril. Desde 2005 participa das coberturas de grandes festivais como Rock in Rio, Lollapalooza Brasil, Claro Q é Rock, Monsters Of Rock, Summer Break Festival, Tim Festival, Knotfest, Summer Breeze, Mita Festival entre outros. Na lista de entrevistados, nomes como Black Sabbath, Aerosmith, Queen, Faith No More, The Offspring, Linkin Park, Steve Vai, Legião Urbana e Titãs.
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
Edu Falaschi na turnê de 20 anos dos Cavaleiros do Zodíaco
A empresa Art Entretenimento acabou de anunciar mais datas confirmadas para o projeto ‘Cavaleiros do Zodíaco: in Concert’ com participação de Edu Falaschi (Almah, ex-Angra).
Essa turnê organizada em comemoração aos 20 anos da série japonesa de mangá, os Cavaleiros do Zodíaco, muito popular no Brasil, teve o seu primeiro show em Sorocaba/SP no início de junho que aconteceu com muito sucesso. Além de Edu Falaschi, o projeto reune os cantores Rodrigo Rossi, Larissa Tassi e Ricardo Cruz que apresentam juntos nos palcos os clássicos do anime como "Pegasus Fantasy", "Pra Sempre Saint Seya", "Pelo Mundo" e "Reino de Atena", entre outros.
Sendo um vocalista do metal bem reconhecido mundialmente, Edu Falaschi, também é muito famoso como um dos cantores da série da trilha do desenho animado japonês ‘Cavaleiros do Zodíaco’. Sua interpretação de músicas como Pegasus Fantasy, Never (Nunca Mais) e Blue Forever (Sempre Azul) já se tornou clássica no Brasil. Edu Falaschi sempre participa de grandes eventos da cultura pop japonesa solo e com a sua banda Almah.
No ano passado Falaschi foi convidado pelo cantor do Rio de Janeiro, Rodrigo Rossi, fazer parte da nova trilha da série Cavaleiros do Zodíaco: Omêga. Foi assim que surgiu a ideia de juntar os esforços dos quatro cantores da saga em uma turnê pelo Brasil.
Próximas datas:
11/10/2014 – São José (SC), Faculdade Anhanguera
18/10/2014 – Belo Horizonte (MG), Music Hall
19/10/2014 – Porto Alegre (RS), Animextreme
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quarta-feira, 11 de junho de 2014
Angra divulga vídeo com bastidores
Após divulgar os bastidores de uma apresentação em Varginha, o vídeo "On the road with Angra" chega a sua segunda edição, agora revelando imagens do grupo em Belo Horizonte. O intuito é mostrar a vida da banda na estrada, já que o Angra tem investido bastante em seu canal no YouTube e na interação com o público postando vídeos com trechos de ensaios e respondendo perguntas de fãs.
Atualmente, a banda está em turnê pelo País se despedindo do baterista Ricardo Confessori, que anunciou sua saída da banda recentemente. O substituto de Confessori já foi revelado: é Bruno Valverde. Assista o vídeo abaixo.
Jornalista e repórter fotográfico, é editor do site Rock On Board, repórter colaborador no site Midiorama e apresentador do programa "ARNews" e "O Papo é Pop" nas rádios Oceânica FM (105.9) e Planet Rock. Também foi Editor-chefe do Portal Rock Press e colunista do blog "Discoteca", da editora Abril. Desde 2005 participa das coberturas de grandes festivais como Rock in Rio, Lollapalooza Brasil, Claro Q é Rock, Monsters Of Rock, Summer Break Festival, Tim Festival, Knotfest, Summer Breeze, Mita Festival entre outros. Na lista de entrevistados, nomes como Black Sabbath, Aerosmith, Queen, Faith No More, The Offspring, Linkin Park, Steve Vai, Legião Urbana e Titãs.
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