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domingo, 24 de abril de 2016
Ascensão e queda de uma instituição chamada AC/DC
Foto: Kevin Winter
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| Angus Young resiste bravamente ao fim de uma das maiores bandas da história |
Foi no final de 1973 que tudo começou. 43 anos de uma brava história, da criação ao estrelato. Passando por várias mudanças na formação, estabilização, sucesso, morte, ressurreição, incontáveis clássicos absolutos gravados, alguns álbuns que se não acrescentam nada importante na trajetória da banda, mostram claramente que eles sempre mantiveram a dignidade, o DNA intacto, mesmo muitas vezes dando a impressão de se tornar um mero cover de si mesmos, e que agora se aproxima do fim de forma melancólica.
Em breve retrospecto, quando a banda atinge seu ápice, numa formação consistente, que conta com os irmãos “criadores do monstro” Angus e Malcolm Young nas guitarras, Phil Rudd na bateria, Cliff Willians no contrabaixo e Bon Scott no vocal, depois de lançarem discos essenciais na história do rock mundial, como High Voltage, Dirty Deeds Done Dirt Cheap, Powerage e Highway to Hell, a primeira grande pancada que eles recebem é a notícia da morte do vocalista Bon Scott, em fevereiro de 1980, numa história nebulosa e até hoje mal contada, que chegou a fazer os membros remanescentes a cogitar o encerramento das atividades.
Substituir Bon Scott seria uma tarefa árdua e ingrata a qualquer vocalista, mas Brian Johnson, vindo da banda Geordie, topou o desafio logo após a morte de Bon Scott, e seu cartão de visitas foi simplesmente Back in Black, até hoje o disco mais vendido da carreira do AC/DC, que trazia os hinos “Hells Bells”, “You Shook Me All Night Long”, “Shoot to Thrill” e a própria “Back in Black”. O nível continuou alto, e mais um disco essencial foi lançado. For Those About to Rock (We Salute You) chegou mostrando que o AC/DC é, definitivamente, um dos maiores nomes do hard rock mundial em todos os tempos. Apesar de, como já dito antes, “a banda manter a dignidade e o DNA intacto”, este é o último álbum que vale realmente a pena (daqueles indispensáveis para qualquer coleção). Depois disso, vários hits ainda foram gerados, mas sempre perdidos em meio a álbuns irregulares, que mantinham a “pegada”, mas que soavam como honestos “mais do mesmo”.
O que vem a seguir é a segunda grande perda que eles enfrentam. Em 1983, o baterista Phil Rudd, atolado em álcool e drogas, vai arrumar encrenca justo com quem devia se manter quietinho: Malcolm Young - que, dizem os historiadores, sempre foi o ponto de equilíbrio e verdadeiro líder da banda. A briga é feia e o baterista é demitido. Daí em diante, surgem alguns trabalhos mais fracos para o nível AC/DC, como Flick of the Switch e Fly On The Wall. Para melhorar um pouco, a coletânea Who Made Who foi lançada como trilha sonora do filme “Maximum Overdrive”, de Stephen King, trazendo como novidades a faixa título e mais duas músicas instrumentais. A carreira seguiu com alguns hits aqui e ali, e discos que embora não sejam ruins, soavam desnecessários artisticamente - apenas para mostrar que a banda continuava viva, sem criar nada, mas excelente em se repetir religiosamente.
Em 1994, Phil Rudd faz as pazes com a galera e retorna ao seu posto, lançam Ballbreaker e continuam fazendo um grande hit por álbum e turnês mundiais que justificam a longevidade. Assim foi com “Stiff Uper Lip”, “Black Ice” e “Iron Man 2” – uma trilha sonora do filme “Homem de Ferro 2”, com a intenção de repetir o feito de “Who Made Who”, mas que foi encarado pelos fãs como um descarado caça-niqueis, pois desta vez, nenhuma faixa inédita foi incluída.
Chegamos em 2014, e o fim parece chegar. Malcolm Young, guitarrista, criador e líder da banda é afastado por vários problemas de saúde, que incluem demência, câncer de pulmão e problemas cardíacos, em entrevista, seu irmão Angus Young diz que todos esperavam a recuperação de Malcolm, mas que a demência é degenerativa, e isso não tem cura, mesmo com toda a estrutura disponibilizada. Triste. Ainda neste fatídico ano, Phil Rudd apronta das suas, sendo acusado e condenado por posse de drogas, e deixa a banda, dando lugar ao conhecido Chris Slade, que já havia o substituído anteriormente. No fim do ano, sai Rock or Bust, último álbum da banda, e que segue a mesma linha de todos os anteriores desde 1981. Neste disco, além de Chris Slade, a novidade é Stevie Young, sobrinho de Malcolm e Angus, substituindo o tio doente.
Com a nova formação, a banda segue em turnê mundial de lançamento do disco. Só que quando tudo parece entrar nos eixos da melhor maneira possível, o tiro de misericórdia: Brian Johnson é afastado da banda pelos seus médicos, pois corre o sério risco de perder a audição se continuar em turnês. Se isso por si só é uma notícia aterradora, o que vem nos dias seguintes é muito pior: após muita especulação, é confirmado oficialmente Axl Rose - líder do Guns N’Roses, banda que surgiu grande mas não faz nada digno de nota por conta de qualidade desde Appetite for Destruction - como substituto de Johnson, para término da agenda de shows, decretando assim, o fim oficial da instituição que foi conhecida por AC/DC.
Fãs de Axl podem começar o apedrejamento, mas esta é minha opinião sincera, e de outros milhões de fãs da banda australiana. Em Portugal, a produtora dos shows do AC/DC já anunciou a devolução dos ingressos, em outros lugares, será a mesma coisa. Triste ver heróis mundiais terminando a vida de forma melancólica e deprimente. Os fãs esperavam mais dignidade de Angus Young. R.I.P.
Jornalista e repórter fotográfico, é editor do site Rock On Board, repórter colaborador no site Midiorama e apresentador do programa "ARNews" e "O Papo é Pop" nas rádios Oceânica FM (105.9) e Planet Rock. Também foi Editor-chefe do Portal Rock Press e colunista do blog "Discoteca", da editora Abril. Desde 2005 participa das coberturas de grandes festivais como Rock in Rio, Lollapalooza Brasil, Claro Q é Rock, Monsters Of Rock, Summer Break Festival, Tim Festival, Knotfest, Summer Breeze, Mita Festival entre outros. Na lista de entrevistados, nomes como Black Sabbath, Aerosmith, Queen, Faith No More, The Offspring, Linkin Park, Steve Vai, Legião Urbana e Titãs.
segunda-feira, 28 de março de 2016
Axl Rose no AC/DC? É, vai rolar mesmo!
Foto: Ilustrativa
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| É verdade! Axl Rose vai mesmo cantar no AC/DC |
Os boatos começaram no início da semana passada, quando um radialista americano afirmou que Axl Rose tinha se encontrado com os membros do AC/DC para tratar de uma parceria, visando cantar os dez últimos shows do grupo na turnê norte-americana.
A coisa de fato ganhou uma proporção considerável depois que Ross Malcolm Young, filho do ex-guitarrista do AC/DC, Malcolm Young, e sobrinho do outro guitarrista, Angus Young, deu uma declaração polêmica em seu perfil, dizendo que Axl Rose não só poderia ser o substituto de Brian, como realmente iria ser.
O que parecia ser apenas uma piada realmente pode estar acontecendo, já que esta semana, Axl foi fotografado saindo de um ensaio com os integrantes do AC/DC em Atlanta. De acordo com o radialista Jason Bailey da WNNX, o fato já está consumado, e o vocalista do Guns vai mesmo integrar o grupo de Angus Young por dez shows nos Estados Unidos. Mesmo que nenhum representante de Axl Rose ou do AC/DC tenham declarado nada oficialmente, todas as fontes já colocam a questão como certa.
Essa parceria entre Axl e AC/DC não deve atrapalhar a tão esperada volta do Guns N’Roses, que vão se reunir com membros originais para uma turnê mundial este ano. Separados há mais de vinte anos, Slash e Axl Rose enfim selaram a paz, e voltam a tocar juntos pela primeira vez em Las Vegas, nos dias 8 e 9 de abril, e seguem depois para a Califórnia, onde serão o maior nome do festival Coachella deste ano.
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Jornalista e repórter fotográfico, é editor do site Rock On Board, repórter colaborador no site Midiorama e apresentador do programa "ARNews" e "O Papo é Pop" nas rádios Oceânica FM (105.9) e Planet Rock. Também foi Editor-chefe do Portal Rock Press e colunista do blog "Discoteca", da editora Abril. Desde 2005 participa das coberturas de grandes festivais como Rock in Rio, Lollapalooza Brasil, Claro Q é Rock, Monsters Of Rock, Summer Break Festival, Tim Festival, Knotfest, Summer Breeze, Mita Festival entre outros. Na lista de entrevistados, nomes como Black Sabbath, Aerosmith, Queen, Faith No More, The Offspring, Linkin Park, Steve Vai, Legião Urbana e Titãs.
terça-feira, 30 de junho de 2015
AC/DC disponibiliza discografia em sites de streaming
O AC/DC finalmente autorizou que seus discos estejam disponíveis em sites de streaming. O grupo era um dos últimos gigantes que ainda se recusavam a disponibilizar sua discografia em plataformas pagas. A banda que declarava não gostar de música digital, começou a modificar seus conceitos em 2012, quando permitiram que Rock or Bust [leia a resenha do disco AQUI] fosse o primeiro disco da banda a entrar no iTunes no dia do lançamento. Uma das alegações do grupo para não autorizar o serviço era que seus álbuns deveriam ser ouvidos integralmente, ao invés de músicas avulsas. A decisão da banda de disponibilizar seu catalogo para streaming acontece no mesmo dia que a Apple lança seu próprio serviço, o Apple Music. A partir desta terça-feira (30), os fãs já podem conferir a novidade em sites como Spotify, Rdio e Apple Music. O AC/DC já vendeu mais de 200 milhões de discos no mundo inteiro e está cotado para pintar no Brasil em 2016.
Jornalista e repórter fotográfico, é editor do site Rock On Board, repórter colaborador no site Midiorama e apresentador do programa "ARNews" e "O Papo é Pop" nas rádios Oceânica FM (105.9) e Planet Rock. Também foi Editor-chefe do Portal Rock Press e colunista do blog "Discoteca", da editora Abril. Desde 2005 participa das coberturas de grandes festivais como Rock in Rio, Lollapalooza Brasil, Claro Q é Rock, Monsters Of Rock, Summer Break Festival, Tim Festival, Knotfest, Summer Breeze, Mita Festival entre outros. Na lista de entrevistados, nomes como Black Sabbath, Aerosmith, Queen, Faith No More, The Offspring, Linkin Park, Steve Vai, Legião Urbana e Titãs.
terça-feira, 25 de novembro de 2014
Discos: AC/DC (Rock Or Bust)
Imagem: AC/DC (Rock Or Bust)
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| AC/DC volta mais uma vez inconfundível em seu novo disco |
AC/DC
Rock Or Bust
Sony Music; 2014
Por Lucas Scaliza
É inconfundível: assim que a guitarra toca os primeiros acordes, você sabe que está diante do AC/DC. Aquele timbre de Fender; aqueles acordes simples; aquela voz rasgada há 40 anos; e principalmente, a energia que sempre caracterizou o som da banda. É Rock Or Bust, 16º disco da carreira do AC/DC e sucessor do ótimo Black Ice, de 2008.
Se “Rock or Bust” é mais arrastada, “Play Ball” flui. Uma belo dueto de guitarras, cada uma com seu riff e os refrãos característicos em coro da banda, sem falar em solos bem colocados de Angus Young - tudo condensado em menos de 3 minutos. “Dogs Of War” é uma das mais vigorosas faixas do novo trabalho, com todos os elementos que tornaram o AC/DC inconfundível. Uma faixa cheia de solos e ritmo, com coros para tornar-se um marco ao vivo.
Além dessas, faixas como “Rock The Blues Away”, “Miss Adventure”, “Get Some Rock & Roll Thunder” e a excelente “Baptism By Fire” mostram uma banda divertida. O AC/DC nunca foi sobre política ou sobre questões sociais, ainda que a falta dessas questões na discografia da banda não a torne um grupo musical alienado. Uma banda que preza por fazer rock como se fazia antigamente. Nesse ínterim, é uma ideologia parecida com a de Tom Petty & The Heartbreakers, que fazem um rock’n’roll excelente sem firulas (embora Tom Petty me pareça mais politicamente e socialmente engajado, embora esse também não seja o foco do grupo). Mas Tom Petty, que lançou o ótimo Hypnotic Eye este ano, conseguiu encaixar boas baladas em seu repertório. Já Brian Johnson, Angus Young e Cia. fizeram um disco animado e nervosinho, sem tempo para canções de amor.
Aliás, o AC/DC está bastante objetivo em seu novo álbum. Para começar, passaram poucos meses entre a notícia de que estavam se reunindo em maio para gravar um novo disco e seu lançamento, o que evidencia como as coisas caminharam rápido. Rock Or Bust tem produção despojada, nada de experimental ou de ideias diferentes. É uma banda tocando o mesmo velho rock’n’roll puxado para o blues. Suas 11 faixas juntas não chegam a 35 minutos de som, dando o título de álbum mais curto para Rock Or Bust (o disco Flick Of The Switch, de 1983, também é curto, mas tem 2 minutos a mais de som). Provavelmente, a esta altura do campeonato, é o que os fãs esperam dos australianos - mesmo aquela geração mais recente que conheceu o grupo pela série Homem de Ferro, da Marvel.
O lado triste do álbum e desta recente fase do AC/DC é saber que Malcolm Young, guitarrista e membro fundador do grupo, ficou de fora das gravações e da banda em decorrência de uma doença degenerativa que o impede de tocar, fazendo-o até mesmo esquecer como é que se toca. Triste, principalmente quando se ouve o vigor do álbum e a explosão de riffs blueseiros e carregados de overdrive. Malcolm foi substituído por Stevie Young, sobrinho dele e do irmão Angus. Stevie faz um excelente trabalho ao lado do tio. As guitarras continuam sendo o destaque na musicalidade do grupo. Elas estão por toda parte, sujando tudo com riffs, solos, fills e espalhando diversão.
Todas as músicas foram compostas por Angus, que utilizou material deixado por ele e pelo irmão em sessões de gravação anteriores. Todo o álbum foi gravado em um estúdio em Vancouver, no Canadá.
Não há surpresas em Rock Or Bust, a menos que você esperasse uma queda na qualidade com a saída de Malcolm. É o AC/DC que você cresceu ouvindo, direto e reto. É a banda que fará uma grande turnê em 2015 para celebrar seus 40 anos. Malcolm não poderá participar. E recentemente o baterista Phil Rudd se envolveu em uma confusão envolvendo posse de drogas e tentativa de homicídio que o deixou preso por uma noite (ele responde ao processo em liberdade) e ainda não se sabe se ele participará da comemoração ao redor do globo ou se será substituído. Seja como for, o AC/DC mostra 40 anos bem vividos, bem tocados e ainda queimando lenha - maconha e meta-anfetamina também.
Jornalista e repórter fotográfico, é editor do site Rock On Board, repórter colaborador no site Midiorama e apresentador do programa "ARNews" e "O Papo é Pop" nas rádios Oceânica FM (105.9) e Planet Rock. Também foi Editor-chefe do Portal Rock Press e colunista do blog "Discoteca", da editora Abril. Desde 2005 participa das coberturas de grandes festivais como Rock in Rio, Lollapalooza Brasil, Claro Q é Rock, Monsters Of Rock, Summer Break Festival, Tim Festival, Knotfest, Summer Breeze, Mita Festival entre outros. Na lista de entrevistados, nomes como Black Sabbath, Aerosmith, Queen, Faith No More, The Offspring, Linkin Park, Steve Vai, Legião Urbana e Titãs.
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
Assista o novo clipe do AC/DC!
O AC/DC lançou o vídeo clipe de "Rock Or Bust", a faixa-título de seu 17º disco - com lançamento previsto para a próxima semana. O álbum conta com duas mudanças na formação: o guitarrista Stevie Young - substituindo Malcolm - e o baterista Bob Richards no lugar de Phil Rudd. Rock Or Bust estará nas lojas no dia 1º de dezembro, e o AC/DC planeja uma turnê em 2015. Assista abaixo o novo vídeo clipe da banda.
Jornalista e repórter fotográfico, é editor do site Rock On Board, repórter colaborador no site Midiorama e apresentador do programa "ARNews" e "O Papo é Pop" nas rádios Oceânica FM (105.9) e Planet Rock. Também foi Editor-chefe do Portal Rock Press e colunista do blog "Discoteca", da editora Abril. Desde 2005 participa das coberturas de grandes festivais como Rock in Rio, Lollapalooza Brasil, Claro Q é Rock, Monsters Of Rock, Summer Break Festival, Tim Festival, Knotfest, Summer Breeze, Mita Festival entre outros. Na lista de entrevistados, nomes como Black Sabbath, Aerosmith, Queen, Faith No More, The Offspring, Linkin Park, Steve Vai, Legião Urbana e Titãs.
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
Dave Evans: ex-vocalista do AC/DC no Brasil
Dave Evans chega ao Brasil nos próximos dias para apresentações em São Paulo, Curitiba, Jaraguá do Sul e Várzea Paulista. No repertório, o vocalista promete relembrar várias músicas de sua ex-banda (AC/DC), além de outras lançadas em carreira solo.
Ao lado de Malcolm Young, Colin Burgess, Larry van Kriedt e Angus Young, Dave Evans foi o primeiro vocalista do AC/DC, e durou pouco mais de um ano. Ele gravou apenas um single com a banda - Can I Sit Next to You Girl / Rockin in the Parlour - até ser substituído por Bon Scott.
Logo após sair do AC/DC, integrou a banda Rabbit, gravando dois discos: “Rabbit” e “Too Much Rock n’ Roll”. Depois, gravou álbum homônimo com o Thunder Down Under. Em carreira solo, o cantor registrou “Hell of a Night”, gravado ao vivo em um show tributo à Bon Scott (2001), “Sinner” (2006) e “Judgement Day” (2008).
Até o momento, a turnê consiste nas seguintes datas:
Dave Evans em Curitiba
Data: 19/09
Local: Millenium Disco Clube de Pinhais -João Leopoldo Jacomel, 12329
Abertura da Casa: 23h
Ingressos: 1º Lote: R$ 40,00
Dave Evans em Jaraguá do Sul
Data: 20/09
Local: Pirata Rock Bar - Rua Olívio Domingos Brugnago, 501 - Vila Nova
Horário: 22h
Ingressos
1º Lote R$ 30,00 | 2º Lote R$ 40,00 | 3º Lote R$ 50,00
Ingressos Online: AQUI
Dave Evans em Várzea Paulista
Data: 26/09
Local: Taverna Snooker Bar - Rua Sorocaba, 59
Bandas convidadas: Corazones Muertos, Dirty Jack (AC/DC Cover)
Ingressos Antecipado: R$40,00 | Porta: R$60,00
Ingressos Online: AQUI
Dave Evans em São Paulo
Data: 27/09
Local: Gillans ' Inn English Rock Bar -Rua Marquês de Itu, 284 – Centro
Abertura da Casa: 20h
Banda de abertura: Red House
Ingressos:
Piso Térreo Palco: R$ 70,00 | Piso superior: R$ 50,00 | camarotes: Sob Consulta
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segunda-feira, 23 de junho de 2014
AC/DC confirma turnê de 40 anos
O vocalista Brian Johnson, que foi o primeiro a se pronunciar sobre o caso Macolm Young - afastado por problemas de saúde - havia dito que o grupo se reuniria em breve em um estúdio no Canadá. Inclusive, as informações são que Stevie Young (sobrinho do guitarrista) já estaria ensaiando com a banda - indicando assim, a mesma substituição feita em 1988, durante a turnê de “Blow Up Your Video”.
O cantor já havia afirmado que o AC/DC planejava uma turnê comemorativa dos 40 anos de carreira. Só que em uma nota publicada esta semana no seu site sobre carros de corrida, Johnson voltou a afirmar que o AC/DC deve cair na estrada ainda este ano. Segundo ele, a probabilidade é que o grupo volte aos palcos no fim de 2014, e que a turnê se estenderá durante todo ano de 2015.
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